
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
É que cansa, às vezes cansa

sexta-feira, 26 de agosto de 2011
And the games you'd play, you would always win, always win.
"Ela procurava o príncipe e ele procurava a próxima. Ela olhava para ele e ele olhava para todas. Ela queria-o a ele e ele queria uma. Ela fazia planos e ele destruía. Ela descobriu que ele era único e ele achou que ela era só mais uma. Ela sonhava acordada e ele dormia sem sonhar com ela. Ela desistiu e ele arrependeu-se. E então, ela descobriu que era ele que era só mais um e ele... ele descobriu que ela era única." (desconheço o autor)
Faltava ele descobrir que eu sou única.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
When he doesn't love you back

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Quando se gosta de alguém

É por isto que eu sei. Que eu gosto de ti. E que tu... que tu não gostas de mim...
:(
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Odeio não te ter.
"Gostava de conseguir abraçar-te,mesmo que não precisasses de estar comigo.
Gostava só de sentir o meu corpo gelado ir ficando cada vez mais quente e sentir o teu perfume.Odeio não te ter.E odeio ainda mais não te ter por pura incompetência.
Hoje gostava de ter os cinco sentidos num só.Consigo amar tudo o que foi e o que será ainda mais,mas o presente sem ti nem sequer é presente.
É alguma coisa algures entre uma mentira e uma verdade,num impasse constante também,entre a felicidade e a depressão profunda.As pessoas sonham com carros,carreiras,relações de sonho e eu sonho apenas com uma coisa.
Um abraço.
Que coisa deprimente...Viver num mundo com milhões de habitantes e não haver nada que nos compense a falta de um abraço.
É mesmo triste a puta da vidinha.
Dorme bem.
Adoro-te."
E afinal era mesmo isto que eu queria dizer. Só isto.
Odeio não te ter...
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
É por isto.
É por isto.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Never fade from my mind.
#7 LETTER TO YOUR EX-BOYFRIEND/GIRLFRIEND/LOVE/CRUSH
terça-feira, 31 de agosto de 2010
I wish that we could give it a go... see if we could be something.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
It was so long ago... but I still got the blues for you.
Ouço esta música vezes sem conta - cliquei no repeat. É o dia de hoje... 27 de Agosto. Há cinco anos atrás, estávamos na praia, com outro casal nosso amigo. Apenas a umas horas de nos tornarmos uma parte intrínseca um do outro, apenas a umas horas de começarmos a nossa história. Tinhas feito de propósito, contaste-me mais tarde, e eu ri-me. Tinhas feito de propósito para ir um casal e nós os dois, como se fôssemos já um casal também. Eu ri-me, e hoje sinto a falta de ter alguém que faça de propósito para ser um casal comigo, sem que eu sequer me aperceba, de alguém que me cative assim, aos poucos. Já tinhas feito o mesmo no cinema, depois ali. Resultou... Dali a umas horas, tu irias perguntar-me em que estava eu a pensar, eu iria responder e perguntar-te o mesmo, e tu irias mostrar-me em vez de mo dizeres. E eu iria sentir os teus lábios pela primeira vez, os lábios a que nenhuns outros se igualaram até hoje, até este preciso momento, em que te escrevo pela milionésima vez. Eu só queria tudo como antes. Queria aquelas certezas todas que tinha quando me olhavas, queria que não me deixasses duvidar. Queria voltar atrás e impedir-nos de dizer todas aquelas palavras com que nos magoámos, atirar-nos à cara o que fomos e aquilo em que estávamos prestes a tornar-nos, queria que tu não mudasses e que eu não tivesse mudado também. Queria continuar a ser aquela idiota chapada completamente apaixonada por ti, que sentia borboletas na barriga quando te via, mesmo que te visse todos os dias. Queria que me tirasses os pés do chão com um gesto qualquer e me fizesses apaixonar-me por ti outra vez, que me fizesses ver que as coisas más não superam, de forma nenhuma, as coisas boas que tivemos. E eu podia sair daqui, sim, podia parar de ler o que te escrevi, de ver as nossas fotografias, de ler as mensagens que ainda não tive coragem de apagar e podia, acima de tudo, tirar esta música do repeat. Mas hoje era o nosso dia... foram tantos anos a dar-te os parabéns neste dia, a celebrá-lo contigo, e eu sei que tu também te lembras. Por isso, hoje fico triste. Amanhã logo volto a fingir. Que está tudo bem, que sei o que quero, que só faço o que é melhor para mim, que não te sinto a falta, que te quero feliz mesmo longe e com outra pessoa. Minto, sabias? Eu não sei o que quero e muito menos o que é melhor para mim, eu sinto-te a falta todos os dias e eu quero-te comigo. Mesmo que ficasses miserável, e eu também, eu quero lá saber - eu queria-te só para mim. Não te quero em mais ninguém, de mais ninguém, não quero mais ninguém nos teus braços, porque tu prometeste que eles seriam só meus. E eu bem sei que quebrei a promessa de ficar contigo para sempre, mas eu continuo aqui, e só queria que soubesses. Não quero dizer-te, quero que tu saibas. Que o leias nos meus olhos quando eles se fixam nos teus, que o percebas na maneira como te pouso a mão no ombro, que o percebas nos asteriscos das sms que te envio, eu sei lá. Quero uma data de coisas impossíveis e irrealistas, e hoje nem me importo com isso, dou-me o direito de querer isso tudo, porque hoje era o nosso dia. Amanhã logo finjo, logo tenho a minha sanidade mental de volta. Por hoje fico aqui, a ver fotografias, a ler mensagens e com esta música no repeat. A desejar coisas estúpidas, como voltar atrás no tempo ou que tu me apareças com um ramo de rosas e me digas "Parabéns, princesa". Era o suficiente...
domingo, 27 de junho de 2010
Lágrimas e café.
"How can I feel I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong,
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep
Then break my dreams the way you do?
How come I have got in so deep,
Why did I fall in love with you?
This is the closest thing to crazy I have ever been... (...)"
Começo o meu dia com lágrimas e café. Sento-me à mesma mesa do pequeno-almoço, encolhida, com a cabeça enfiada entre os ombros, as mãos a rodearem a caneca do café, numa tentativa de aquecer o coração. Não resulta. O vazio que lhe deixaste continua lá, cada vez mais fechado em teu redor, cada vez menos aberto a quem pudesse vir salvá-lo, frio, frio, frio. Cada golo do café que sorvo só me traz mais as nossas manhãs de abraços e sorrisos e o nó que tenho na garganta estreita-se. A minha garganta estreita-se e eu tenho de obrigar o ar a entrar e a sair, o que acontece agora em pequenos e silenciosos soluços. Levo a mão ao rosto e confirmo que estou a chorar outra vez. Várias gotas grossas rolam-me pelas bochechas e acabam, invariavelmente, nas torradas que tenho à frente. É sempre assim, desde que não estás. Lágrimas, café e torradas ensopadas. Quem me dera não saber chorar por ti.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
E eu esqueço-te de vez... ou apenas outra vez.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Nós podíamos ter sido tanto...
quinta-feira, 10 de junho de 2010
But you own the place where all my thoughts go hiding...
terça-feira, 18 de maio de 2010
And yet again...
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Odeio-te todos os dias. Menos ontem. E amanhã. E depois...
terça-feira, 11 de maio de 2010
Se eu repetir muitas vezes, pode tornar-se realidade.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Foda-se... já chega.
domingo, 2 de maio de 2010
Gostava de ainda te saber de cor.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Something always brings me back to you...
"Something always brings me back to you.
It never takes too long.
No matter what I say or do
I'll still feel you here 'til the moment I'm gone.
You hold me without touch.
You keep me without chains.
I never wanted anything so much
than to drown in your love
and not feel your rain.
Set me free, leave me be.
I don't want to fall another moment into your gravity.
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me. (...)"
Eu sinto tanto a tua falta. E tu não voltas... Dói-me o coração.
