Dear Cupid, next time hit both.









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terça-feira, 20 de março de 2012

Sabes que és adulto quando... #3


... os casamentos a que vais deixam de ser dos teus familiares para passarem a ser dos teus amigos.

M-E-D-O.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sabes que és adulto quando... #2


... nos jantares com os amigos, uma boa parte deles bebe um copinho de vinho tinto em vez de Coca-Cola ou Iced Tea. E alguns deles até discutem a qualidade do vinho.

E claramente sou eu na imagem, porque percebo muito pouco disso e dar comigo assim tão rodeada de gente crescida quando eu ainda tenho vontade de deitar o gás da Coca-Cola pelo nariz é assustador.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Sabes que és adulto quando...


... percebes que chegou o dia de Carnaval e tu não levaste com um único balão de água. Por um motivo simples: já não andas na rua a passear, passas os dias a trabalhar. Não sei se não preferia os balões de água.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Vocês batam-me...


...que eu deixei passar o Dia dos Namorados sem um post à altura (chicotadas mentais. Ao menos eu avisei-vos que isto andava nas ruas da amargura.). E agora que reparei que lhe chamei Dia dos Namorados, assim, com letra maiúscula e tudo, ainda vos autorizo a baterem-me mais. Um par de estalos bem afincados, vá, eu nem me defendo. É, eu não percebo bem esta brincadeira. Que seja o dia de S. Valentim, ainda é comó outro, ainda escapa, diz que há toda uma lenda. Agora Dia dos Namorados? Dia dos Namorados...? (oh porra, as maiúsculas outra vez.) Mas o que é que essas pessoas que namoram têm para merecerem um dia e eu não? Humm? Desde quando merecemos um dia só porque estamos numa relação? Fazia mais sentido haver dia das bodas de ouro, que isso sim, é caso para fazer festa. Agora temos um namorado e de repente merecemos um dia especial do ano? Vá-se lá perceber.

P.S.: despeito, puro despeito. Ai que vou ser tão atacada nos comentários. Já vejo os meus anónimos com espuma branca ao canto da boca. Vinde daí essas pedras!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Opá, já podiam ter dito.



Ahh então é isso? E eu que tenho perdido horas de sono com esta brincadeira? Livra... Muito mais descansada agora! Uff!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Para os homens: lição de sobrevivência #1


Se uma miúda vos diz que tem frio, ela não está a tentar iniciar uma conversa sobre o tempo. Ela não está à espera que vocês respondam "Epá realmente está muito frio, e a chuvada que aí vem?" ou "Pois isto tem estado agreste, e não ouviste falar do tufão que vai atingir o Uzbequistão?". Homens, se uma miúda vos diz que tem frio, é simples: ela está à espera que vocês a aqueçam. DUH.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Diz que é para agradecer. E devia ser mesmo.


Eu queixo-me de alguma coisa todos os dias. Vocês não? Seja do preço da gasolina, do mau ordenado, de ter de sair da cama quentinha para ir trabalhar, do amor não correspondido, da amiga chata, da água do duche que não aquece rápido o suficiente, do trânsito, do verniz das unhas que pusemos ainda anteontem e já está a sair, do calor, do frio, da chuva, da seca, da dor na unha do dedo maior do pé esquerdo, todos nós nos queixamos de coisas, todos os dias, várias vezes por dia. Ontem foi Thanksgiving Day nos EUA. Tenho pena que não tenhamos este feriado cá. Não por ser mais um feriado, mas porque eu sou toda pró-feriados festivos e parece que este marca oficialmente o início da época natalícia. E como é um dia em que tradicionalmente se agradece por algo que se tenha, hoje venho agradecer por umas quantas coisas. Aqui vai:

Agradeço por...

Nunca ter passado fome na vida. Por nunca ter vivido na rua. Por nunca ter perdido um familiar próximo além dos meus avós. Por nunca ter perdido um amigo. Por ser saudável. Por ser capaz de amar. Por ter trabalho. Por ter casa, carro, telemóvel, roupas mais do que suficientes, e tudo o que me apetece comer, mesmo que não precise. Por ter amigos. Por ter família - longe de ser perfeita e funcional, longe de ser boa, longe sequer de ser aquilo a que se pode chamar família; mas não estou sozinha no Mundo. Por nunca ter precisado de estender a mão para pedir esmola. Por ter nascido aqui e não num país de terceiro mundo, no meio da pobreza extrema. Por ser sensível ao que me rodeia. Por ter os meus membros todos e eles funcionarem na perfeição. Por ser inteligente q.b.. Por até ser bonitinha - oh, podia ser pior. Por ter sonhos. Por existirem animais no Mundo e por saber dar-lhes o devido valor.

É que por termos água e comida todos os dias não perdemos o direito a queixar-nos do que nos chateia. Mas também temos o direito de, de vez em quando (pelo menos isso), ser felizes. E por isso devíamos dar valor às nossas coisas boas. De vez em quando. Comigo resultou, já me sinto menos miserável por a gasolina estar tão cara (1,53€?! seriously?!). Ora experimentem e depois digam como correu.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 10

"Ah e tal não faças fitas, não vês aqui que isto não arde nos olhos?!" dizia-me a minha mãe enquanto me esfregava a cabeça sem dó nem piedade. Esta é provavelmente uma das maiores petas que alguma vez nos pregaram na nossa infância. "Este champô não arde nos olhos!" - o tanas. Ardia como tudo! Tantas lágrimas perdidas à pala desta porcaria... Obrigadinha, Johnson's!

P.S.: deixo a foto como recordação de um dos piores momentos da nossa infância... o... arghhh... banho! Onde nos esfregavam impiedosamente a cabeça com esta mistela cheirosa e de aspecto suave mas que no fundo era profundamente diabólica e criada propositadamente para nos fazer sofrer!


domingo, 13 de novembro de 2011

Para quem vem ter ao meu blog sem querer


Através de pesquisas no Google, quero dizer. Segundo o indicador do blogger, houve pessoas que vieram aqui ter pelos mais variados motivos. Bom, se pesquisaram por chuva e chocolate, já deviam saber ao que vinham. Para o resto: os que pesquisaram por "troll", vieram ter ao sítio certo. Aqui acompanha-se devidamente o dia-a-dia de uma óptima exemplar da espécie. Os que pesquisaram por "rabos perfeitos", vieram bater à porta errada. Lamento.

domingo, 6 de novembro de 2011

Ups... - 5


É mais uma daquelas coisas matemáticas. Sempre que nos passeamos pelo corredor de um supermercado, em processo de aquisição das nossas coisinhas do dia-a-dia, e nos cruzamos com alguém interessante - nomeadamente, um rapazito jeitoso - levamos coisas embaraçosas à vista. Já nos deve ter acontecido a todos, certo? Fazermos a curva de um corredor para o outro e darmos de caras com aquele/a moço/a giro/a do ginásio e nós com uma caixa Evax com abas Superplus/preservativos tamanho S/pensos da Lindor para a nossa avó nas mãos? Hum? Confessem, vá, não faz mal... Já todos estivemos aí.

sábado, 24 de setembro de 2011

A não esquecer, ao longo da vida:


1. O dinheiro não traz felicidade, mas é mais confortável chorar num BMW do que numa bicicleta;
2. Perdoa o teu inimigo, mas nunca te esqueças do nome do filho da mãe;
3. Ajuda o teu próximo quando ele estiver em apuros, e ele vai lembrar-se de ti quando estiver novamente em sarilhos;
4. Muitas pessoas apenas estão vivas porque é proibido matá-las;
5. O álcool não resolve problemas, mas o leite também não.

Ámen a isto.

Nota: infelizmente, a t-shirt não é minha, mas se a virem à venda avisem! E também infelizmente, não fui eu que inventei estes pontos e desconheço o autor. Parece que afinal frases tipo pescadinha de rabo na boca não são a minha cena, anónimo fofinho :)

domingo, 14 de agosto de 2011

A isto chama-se estabelecer objectivos na vida.

Agora só tenho de sobreviver às ressacas para lá chegar. Eu consigo... eu consigo. Mensagens de apoio são bem-vindas...

domingo, 7 de agosto de 2011

Volta Verão, estás perdoado


Está bem que este blog se chama Tardes de chuva e chocolate e que é por alguma razão - eu gosto de chuva, e gosto de chocolate, e gosto de tardes em que se combinem as duas coisas (e vi esse nome na capa de um livro e pareceu-me bem, vá). Está bem que no outro dia quando choveu no país todo eu delirei, porque já tinha tantas (tantasss) saudades do céu cinzento e da chuva. Mas tudo isto não me tira da cabeça uma questão fulcral: o que raio aconteceu ao Verão?? Lembram-se dessa estação do ano, que agora se assemelha a algo mítico? Aqueles três meses em que só se estava bem com o cu de molho na praia, em que andávamos de chinelinho o dia todo (noite incluída), em que os vestidinhos eram bem-vindos todos os dias? Em que alapávamos o rabo numa esplanada ao fim do dia e só saíamos de lá às 2 da manhã e no máximo tínhamos de vestir um casaquinho de malha? Agora eu já dei comigo a ponderar seriamente calçar umas botas quando vou sair à noite, porque tem havido noites em que está mesmo frio para isso. Agora eu tenho de pensar em sítios que não tenham esplanada, porque não se aguenta a partir do pôr-do-sol. O meu casaco de cabedal (falso, cabedal falso, como é óbvio) não é arrumado no armário da roupa de Inverno, porque continua a fazer-me falta. E eu, uma pessoa que até era gaja para comer um gelado todos os dias (quando não era mais do que um), este Verão juro que os meus dedos das mãos chegam e sobram para contar os gelados que já comi. Não apetece, está vento, faz frio, torno-me mais a pessoa de torradas que sou no Inverno. Estou triste. Já me imagino a falar aos meus filhos da estação que existia antigamente, o Verão, e de como era divertido andar de vestido e chinelos durante três meses, mesmo à noite, porque estava calor, muito calor. Já vejo a expressão incrédula nas carinhas deles, pobrezinhos. Estou mesmo triste, bolas.

A boa notícia? Posso desatar a comer que nem uma orca. Daqui por uns cinco anos, provavelmente já nem está calor suficiente para usar biquini.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A vida não se aprende nos livros - 9


Eu já aprendi que, por muito cuidado que eu tenha, por muitas voltas que o Mundo dê... os pares das minhas meias evaporam-se sempre algures entre o percurso do cesto da roupa suja até à gaveta das meias do meu quarto. E é um mistério que nunca hei-de conseguir desvendar. Desconfio que a minha máquina de lavar tem um buraco. Ou que vivem lá duendes que comem meias, não sei bem qual das teorias prefiro.

Ah, e é por isto que, muitas vezes, durmo com meias desirmanadas. Não vou deitá-las fora só porque não encontro o par, não é?

domingo, 19 de junho de 2011

Ele há-os ao pontapé, mas....


Os homens giros são convencidos. Os homens feios não têm auto-estima. Os homens bonzinhos são uma seca. Os homens mauzões não têm sentimentos. Os homens cultos são intelectuais demais. Os homens burros são... bom, são burros. Os homens práticos são desligados. Os homens sonhadores são umas meninas. Os homens que se focam na carreira não têm tempo para mais nada. Os homens que não têm carreira não têm grande interesse. Os homens frios não nos dão atenção suficiente. Os homens atenciosos são uns chatos. Os homens normais nunca têm paciência. Os homens que nos aturam tudo são mentalmente instáveis. Os homens do presente são uma dor de cabeça. Os homens do passado são uma dor ainda maior. Os homens sérios fazem-me fugir. Os homens divertidos têm sempre um monte de miúdas atrás. Os homens que têm miúdas atrás deles são sinónimo de chatice. Os homens que não têm miúdas nenhumas atrás são, no mínimo, estranhos. Os homens que não nos ligam de volta são uns sacanas. Os homens que nos ligam no minuto seguinte, e no outro, e no outro, são carentes. Os homens misteriosos dão connosco em doidas. Os homens simples não têm piada nenhuma. Ser solteira é tão cansativo que estou a pensar fazer um voto de celibato eterno.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Alguém se acusa?

Gostava muito de saber que não sou a única pessoa que faz isto. Ainda mal conheço a pessoa mas, ao mínimo sinal de interesse da parte dela (nem que seja uma troca de olhares furtiva), já sei quantos animais de estimação vamos ter, o nome dos nossos filhos, quantas assoalhadas vai ter a nossa casa, em que ilha das Seychelles vamos passar a lua de mel e como vão ficar lindas penduradas no quarto de banho as toalhas de rosto bordadas com as nossas iniciais. Eu sou uma pessoa tão triste. Ao menos digam-me que não sou a única...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Senhoras do meu ginásio...

... dá para pararem de passear os vossos rabos perfeitos e sem celulite pelos balneários? Já é deprimente o suficiente uma pessoa ter de olhar para o seu próprio rabo, há lá alguma necessidade de virem esfregar-nos os vossos nas fuças (salvo seja!)? Ao menos tapem-se com uma toalhinha ou coisa que o valha... Por favor...?

(e, já agora, o que vão fazer ao ginásio? Se o meu rabo não parecesse um campo de golfe de tantos buracos que tem, eu nem me dava ao trabalho de pôr lá os pés!)

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cheira-me...

... que isto não é bem verdade. Porque se fosse, eu já teria um best seller internacional com mais sucesso do que as sagas do Twilight, do Harry Potter e do Senhor dos Anéis, tudo junto. Cheira-me.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

So where the fuck are you, anyway?


Esta brincadeira de encontrar a pessoa da nossa vida cansa. É uma maratona, já repararam? Há quanto tempo a procuram? Eu comecei a procurá-la há mais de dez anos. Bom, não a procurá-la oficialmente (aos 13 anos sabia lá eu o que eram almas gémeas - na verdade, aos 25 continuo a não saber bem...), mas a incursar nestas coisas dos amores e das paixões. E é tão difícil! Arrisco-me mesmo a dizer que é a tarefa mais difícil que temos ao longo da vida. Eu já o faço há mais de dez anos e continuo a não ter ideia de como se faz... Como é que se procura uma coisa que não conhecemos, sobre a qual não sabemos nada? Até podemos achar que sabemos, podemos achar que queremos uma pessoa assim ou assado, com olhos cor de não sei quê e personalidade xpto. Mas depois aparece-nos um que não tem nada a ver e é por ele que nos apaixonamos, portanto, é como se não soubéssemos nada sobre o que estamos a procurar. E, mesmo depois de encontrarmos uma pessoa, não sabemos o resto. Os meus dez anos de experiência não me ensinaram lá grande coisa. Uns quanto do's and don't's, dos básicos. De resto, continuo na ignorância! Quando o encontramos, fazemos o quê? Convidamo-lo a sair ou esperamos que ele nos convide? Damos-lhe o nosso número ou esperamos que ele o peça? Procuramo-lo no facebook (esta é nova) e metemos-lhe um like numa foto (blhec)? E depois, quando saímos com ele? Vamos simples ou empiriquitadas? Esperamos um beijo no fim da noite ou guardamos para mais tarde? Ligamos no dia seguinte ou esperamos que ele ligue? Quanto tempo temos de esperar até desesperar se ele não ligar? E quando nos apaixonamos? Quanto tempo devemos esperar até abrir o jogo, por quanto tempo devemos fazer-nos um bocadinho de difíceis? E se não nos apaixonamos? Continuamos a tentar, damos-lhe mais uma hipótese (ou duas, ou três?) ou cortamos-lhe logo as asas? É cansativo, desesperante, leva-nos à exaustão. E continuamos a fazê-lo, a procurar, porque queremos acreditar que, no final, compensa. E sim, por muito que repitamos a frase cliché e que ela até seja verdade - "O truque é parar de procurar!" - na realidade passamos o tempo a procurar. Sempre que o nosso olhar se cruza com o de um moreno giro do outro lado do bar, sempre que aceitamos um convite para um café, sempre que sorrimos para aquele amigo, procuramos alguma coisa nele que nos diga que pode ser ele a pessoa. Bom... eu vou continuar a procurar. Desejem-me sorte!

sábado, 19 de março de 2011

Pensem comigo, vá...

E se, mais do que pessoas certas, existirem alturas certas...?

Pensei nisto hoje e estou desconcertada.