Dear Cupid, next time hit both.









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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Try, try, try.



Não sei se é isto que é suposto acontecer à medida que crescemos, mas eu apercebi-me, algures a meio do caminho, que a coisa que mais fazemos na vida é, muito provavelmente, tentar. Nós, pessoas, tentamos o tempo todo. Tentamos perder peso, ir para a cama mais cedo, chegar atrasados ao trabalho menos vezes. Tentamos poupar dinheiro, comer menos chocolate, tentamos ir mais vezes ao ginásio, tentamos agradar mais ao nosso chefe, tentamos merecer um aumento, mudar para um trabalho melhor. Tentamos encontrar a pessoa certa e, quando achamos que a encontrámos, tentamos fazer com que funcione. Tentamos colar o coração de volta quando não funciona. Perdoar-nos quando a culpa foi nossa. Tentamos que, para a próxima, a culpa não seja nossa. Tentamos dar mais atenção à família e aos amigos, poupar dinheiro, fazer aquela viagem. Tentamos olhar mais pela saúde, comer mais fruta, fazer caminhadas pela praia, ver mais vezes o pôr-do-sol. Tentamos dar mais valor às coisas boas, não reparar nas coisas más, tentamos ler mais e ver menos televisão, aprender outra língua, ser mais cultos. Tentamos, o tempo todo, viver de acordo com o que imaginámos. Tentamos saber quem somos, de onde viemos, para onde vamos. Tentamos ser felizes, e tentamos de tal forma que vivemos cansados de tentar. Tentamos tanto, que é quase tudo o que fazemos. E é quase como quando repetimos muitas vezes a mesma palavra e ela perde o sentido; tentamos tantas vezes cortar a meta de braços no ar que esquecemos o sabor que tem cortá-la mesmo a rastejar, com a garganta seca, com os joelhos em sangue. Tentamos tanto, que deixamos de saber onde acabam as tentativas e onde começa a vida, ou onde as duas se encontram, como se cruzam. Como se vive a tentar, em vez de tentar viver. Vezes demais.

terça-feira, 20 de março de 2012

Sabes que és adulto quando... #3


... os casamentos a que vais deixam de ser dos teus familiares para passarem a ser dos teus amigos.

M-E-D-O.

terça-feira, 6 de março de 2012

Epá...


...estive quase uma semana sem escrever no blog. Houve um dia em que até me esqueci que tenho um blog. E de repente lembrei-me "ah, é verdade, eu tenho um blog!". É assim que isto anda, entre pouco tempo para escrever e falta de inspiração. Ainda vão a tempo de fugir, tenho p'ra mim que isto daqui só piora. Depois não digam que não avisei...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sabes que és adulto quando... #2


... nos jantares com os amigos, uma boa parte deles bebe um copinho de vinho tinto em vez de Coca-Cola ou Iced Tea. E alguns deles até discutem a qualidade do vinho.

E claramente sou eu na imagem, porque percebo muito pouco disso e dar comigo assim tão rodeada de gente crescida quando eu ainda tenho vontade de deitar o gás da Coca-Cola pelo nariz é assustador.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Sabes que és adulto quando...


... percebes que chegou o dia de Carnaval e tu não levaste com um único balão de água. Por um motivo simples: já não andas na rua a passear, passas os dias a trabalhar. Não sei se não preferia os balões de água.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Este blog está nas ruas da amargura


Não tenho tempo suficiente mas, acima de tudo, não tenho inspiração suficiente. E agora?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Opá, já podiam ter dito.



Ahh então é isso? E eu que tenho perdido horas de sono com esta brincadeira? Livra... Muito mais descansada agora! Uff!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Então é assim?


Eu não venho aqui durante dois dias e quando volto tenho mais 2 seguidores? O que acontece se eu não puser aqui os pés durante um mês? Hum? Vou experimentar, pronto, adeus, até 20 de Fevereiro.






Estava a brincar, não vou nada :)

domingo, 15 de janeiro de 2012

A vida não se aprende nos livros - 12

E não é que é absolutamente verdade? Todas as manhãs, xiça.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tão, mas tão melhor.


E como vale a pena não dormir. Só para contar as batidas do teu coração contra as minhas costas.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ai ai ai ai ai...

Estão a ver quando sabem que vão meter o pé na poça? Que vão fazer asneira mais uma vez? E mesmo assim vão em frente e fazem-na? Pronto, é aí que estamos hoje.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Diz que é para agradecer. E devia ser mesmo.


Eu queixo-me de alguma coisa todos os dias. Vocês não? Seja do preço da gasolina, do mau ordenado, de ter de sair da cama quentinha para ir trabalhar, do amor não correspondido, da amiga chata, da água do duche que não aquece rápido o suficiente, do trânsito, do verniz das unhas que pusemos ainda anteontem e já está a sair, do calor, do frio, da chuva, da seca, da dor na unha do dedo maior do pé esquerdo, todos nós nos queixamos de coisas, todos os dias, várias vezes por dia. Ontem foi Thanksgiving Day nos EUA. Tenho pena que não tenhamos este feriado cá. Não por ser mais um feriado, mas porque eu sou toda pró-feriados festivos e parece que este marca oficialmente o início da época natalícia. E como é um dia em que tradicionalmente se agradece por algo que se tenha, hoje venho agradecer por umas quantas coisas. Aqui vai:

Agradeço por...

Nunca ter passado fome na vida. Por nunca ter vivido na rua. Por nunca ter perdido um familiar próximo além dos meus avós. Por nunca ter perdido um amigo. Por ser saudável. Por ser capaz de amar. Por ter trabalho. Por ter casa, carro, telemóvel, roupas mais do que suficientes, e tudo o que me apetece comer, mesmo que não precise. Por ter amigos. Por ter família - longe de ser perfeita e funcional, longe de ser boa, longe sequer de ser aquilo a que se pode chamar família; mas não estou sozinha no Mundo. Por nunca ter precisado de estender a mão para pedir esmola. Por ter nascido aqui e não num país de terceiro mundo, no meio da pobreza extrema. Por ser sensível ao que me rodeia. Por ter os meus membros todos e eles funcionarem na perfeição. Por ser inteligente q.b.. Por até ser bonitinha - oh, podia ser pior. Por ter sonhos. Por existirem animais no Mundo e por saber dar-lhes o devido valor.

É que por termos água e comida todos os dias não perdemos o direito a queixar-nos do que nos chateia. Mas também temos o direito de, de vez em quando (pelo menos isso), ser felizes. E por isso devíamos dar valor às nossas coisas boas. De vez em quando. Comigo resultou, já me sinto menos miserável por a gasolina estar tão cara (1,53€?! seriously?!). Ora experimentem e depois digam como correu.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

É que cansa, às vezes cansa


Sou só eu que tenho a sensação de estar constantemente a seguir em frente? De estar constantemente a recuperar de alguma coisa que não correu como esperava? Que nunca tenho aquele sentimento de paz, que nunca sinto que agora sim, agora posso baixar os braços e relaxar, porque encontrei o sítio onde pertenço? Sou só eu que não estou onde pertenço...?

domingo, 13 de novembro de 2011

Para quem vem ter ao meu blog sem querer


Através de pesquisas no Google, quero dizer. Segundo o indicador do blogger, houve pessoas que vieram aqui ter pelos mais variados motivos. Bom, se pesquisaram por chuva e chocolate, já deviam saber ao que vinham. Para o resto: os que pesquisaram por "troll", vieram ter ao sítio certo. Aqui acompanha-se devidamente o dia-a-dia de uma óptima exemplar da espécie. Os que pesquisaram por "rabos perfeitos", vieram bater à porta errada. Lamento.

By the way...

Não foi às 11:11, mas eu fechei os olhos com muita força e desejei na mesma.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

E eu também gosto do Outono por isto


Porque é castanho e cor-de-laranja e cheira a doce de abóbora. Um feliz São Martinho para todos vós, sim? Eu vou ali encher o bandulho de castanhas e batatas doces e devo voltar amanhã (com uma grande dor de barriga).

P.S: Entretanto descobri que afinal o S. Martinho comemora-se é na véspera à noite. E eu que tenho um jantar de S. Martinho hoje? Andei a viver enganada. Oh, bolas.

P.P.S: Olhem, hoje é dia 11 do 11 de 2011. Não devia acabar o Mundo ou coisa do género? Não é isso que está na moda quando há capicuas nas datas?

domingo, 6 de novembro de 2011

Ups... - 5


É mais uma daquelas coisas matemáticas. Sempre que nos passeamos pelo corredor de um supermercado, em processo de aquisição das nossas coisinhas do dia-a-dia, e nos cruzamos com alguém interessante - nomeadamente, um rapazito jeitoso - levamos coisas embaraçosas à vista. Já nos deve ter acontecido a todos, certo? Fazermos a curva de um corredor para o outro e darmos de caras com aquele/a moço/a giro/a do ginásio e nós com uma caixa Evax com abas Superplus/preservativos tamanho S/pensos da Lindor para a nossa avó nas mãos? Hum? Confessem, vá, não faz mal... Já todos estivemos aí.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Ah, Outono também me cheira a isto


Ainda que não tenhamos a tradição (com muita, muita pena minha, já que seria uma excelente oportunidade para enfiar uma caraça das feias e atirar sacos com cocó de cão à casa das pessoas de quem não gosto e depois fugir), desejo um feliz Halloween a todos vós. E sai uma dúzia destes bolinhos para o blog do canto, se faz favor.

sábado, 24 de setembro de 2011

A não esquecer, ao longo da vida:


1. O dinheiro não traz felicidade, mas é mais confortável chorar num BMW do que numa bicicleta;
2. Perdoa o teu inimigo, mas nunca te esqueças do nome do filho da mãe;
3. Ajuda o teu próximo quando ele estiver em apuros, e ele vai lembrar-se de ti quando estiver novamente em sarilhos;
4. Muitas pessoas apenas estão vivas porque é proibido matá-las;
5. O álcool não resolve problemas, mas o leite também não.

Ámen a isto.

Nota: infelizmente, a t-shirt não é minha, mas se a virem à venda avisem! E também infelizmente, não fui eu que inventei estes pontos e desconheço o autor. Parece que afinal frases tipo pescadinha de rabo na boca não são a minha cena, anónimo fofinho :)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A minha primeira vez.

A minha primeira vez foi o ano passado. Conhecia muita gente que já o fazia, e a verdade é que já me sentia um pouco mal por não o fazer também, mas tinha algum receio da dor. Levei algum tempo a ganhar coragem para o fazer. A minha primeira vez foi com uma mulher. Mais velha, experiente. Acho que estava um pouco nervosa quando entrei com ela naquele sítio e ela me disse para me deitar. Conversámos o tempo todo, e talvez por isso não tenha custado tanto. Eu disse-lhe que era a minha primeira vez e ela teve cuidado. Foi simpática e foi-me sempre perguntando como me sentia... Não foi tão mau como eu pensava, nem de longe, mas confesso que senti dor. Quando eu pensei que já tinha acabado... Ela mandou-me virar de barriga para baixo. Lembro-me que me senti um pouco exposta, mas ela já era experiente e sabia o que estava a fazer... decidi confiar nela. Pouco depois, estava acabado. Durou cerca de meia hora no total, e decidi que podia repetir no mês seguinte. Foi a primeira vez que fiz depilação brasileira total.