Dear Cupid, next time hit both.









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quarta-feira, 16 de maio de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A vida não se aprende nos livros - 13

Eu já aprendi que, por muito que eu vá ao supermercado só para comprar duas ou três coisinhas, saio de lá sempre cheia de sacos e com a carteira muito, muito mais vazia. Ainda no outro eu fui ao Continente só para comprar leite. Saí de lá com cinco sacos cheios. Como é possível?? Uma pessoa vai, até chegar ao leite passa no corredor das bolachas e resolve ir ver o que há de novo no sector. Depois lembra-se que o pão está a acabar-se e vai buscar pão. Depois vai aos enlatados ver se há cogumelos condimentados e vê mais duas ou três coisas de que até precisava para fazer determinada receita. Depois vai finalmente buscar o leite e pelo caminho passa nos congelados e lá vão mais duas ou três coisas. Depois, além do leite, leva também natas que estão mesmo ali ao lado e dão sempre jeito, e a caminho da caixa passa pelos lacticínios frescos e lá vão mais duas embalagens de iogurtes que é coisa que nunca há a mais cá em casa. E pronto, por esta altura não me cabe mais nada no cesto e tenho mesmo de ir para a caixa (onde estão sempre pastilhas elásticas com fartura, e que há-de uma pessoa fazer enquanto espera pela sua vez a não ser escolher sabores de pastilhas e juntar duas embalagens ao cesto?). No final pago mais de 50€ e, num dia normal, ter-me-ia esquecido do leite... Desta vez não, ao menos isso!

domingo, 15 de janeiro de 2012

A vida não se aprende nos livros - 12

E não é que é absolutamente verdade? Todas as manhãs, xiça.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ups - 6


Isto comigo é o pão nosso de cada dia, ou não fosse eu surda que nem uma porta. Então acontece isto:

Pessoa x - Oh Sofia, blajhodskfhkfhkdhkdjgrkj.....
Sofia - O quê?
Pessoa x - Bjodidisrutuhsdjgdkjgkth!
Sofia - Hã...?
Pessoa x - Buyegfjrgotgkkdfjidkjshefurhfk!!
Sofia - Desculpa, não percebi...
Pessoa x - BFURUITISEJIGKJDJHCFZRJESGHFR!!!!
Sofia (ainda sem perceber, a acenar com a cabeça e com um sorrisinho para o caso de a pessoa ter dito uma piada) - Ahh! Um-hum...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 11


Nunca, jamais. Por razões óbvias que não preciso de mencionar.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 10

"Ah e tal não faças fitas, não vês aqui que isto não arde nos olhos?!" dizia-me a minha mãe enquanto me esfregava a cabeça sem dó nem piedade. Esta é provavelmente uma das maiores petas que alguma vez nos pregaram na nossa infância. "Este champô não arde nos olhos!" - o tanas. Ardia como tudo! Tantas lágrimas perdidas à pala desta porcaria... Obrigadinha, Johnson's!

P.S.: deixo a foto como recordação de um dos piores momentos da nossa infância... o... arghhh... banho! Onde nos esfregavam impiedosamente a cabeça com esta mistela cheirosa e de aspecto suave mas que no fundo era profundamente diabólica e criada propositadamente para nos fazer sofrer!


domingo, 6 de novembro de 2011

Ups... - 5


É mais uma daquelas coisas matemáticas. Sempre que nos passeamos pelo corredor de um supermercado, em processo de aquisição das nossas coisinhas do dia-a-dia, e nos cruzamos com alguém interessante - nomeadamente, um rapazito jeitoso - levamos coisas embaraçosas à vista. Já nos deve ter acontecido a todos, certo? Fazermos a curva de um corredor para o outro e darmos de caras com aquele/a moço/a giro/a do ginásio e nós com uma caixa Evax com abas Superplus/preservativos tamanho S/pensos da Lindor para a nossa avó nas mãos? Hum? Confessem, vá, não faz mal... Já todos estivemos aí.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ups... - 4

Quer seja um site porno, uma pesquisa no google sobre aquela fantasia sexual ou os sintomas de uma micose nas unhas dos pés. Já nos aconteceu a todos, não vale a pena negar. É daquelas coisas matemáticas, há sempre alguém que entra na divisão em que estamos nesse momento, normalmente aparece por trás de nós, já é tarde demais quando damos por isso e o raio do computador bloqueia sempre quando tentamos fechar aquela janela. E se estivermos sozinhos em casa, chega sempre alguém nessa altura. É matemático, garanto-vos.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ups... - 3

Não vale a pena negar, já aconteceu a todos nós. Seja numa discoteca, num bar ou mesmo em casa, já houve um momento em que estávamos em pleno Chuva de Estrelas no interior das nossas cabeças, na maior actuação das nossas vidas, a cantar em total sintonia com a música (nas nossas cabeças é sempre assim) e, de repente, por qualquer motivo, a música pára... e nós ainda estamos a cantar orgulhosamente. E aí percebemos que, afinal, a sintonia não era assim tãooo grande. E é embaraçoso. Pior do que isto, só mesmo estar a meio duma conversa íntima, a berrar para nos fazermos ouvir por cima da música, e ela parar de repente. Conseguem imaginar? Qualquer coisa como: "Uma vez vi (música pára) um vibrador cor-de-rosa dos grandes....". É caso para dizer "Ups...".

NOTA: o exemplo acima referido foi imaginado e qualquer coincidência com a realidade não é da responsabilidade da autora. A própria acrescenta que essa situação não aconteceu com ela. Mesmo. A sério que não.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A vida não se aprende nos livros - 9


Eu já aprendi que, por muito cuidado que eu tenha, por muitas voltas que o Mundo dê... os pares das minhas meias evaporam-se sempre algures entre o percurso do cesto da roupa suja até à gaveta das meias do meu quarto. E é um mistério que nunca hei-de conseguir desvendar. Desconfio que a minha máquina de lavar tem um buraco. Ou que vivem lá duendes que comem meias, não sei bem qual das teorias prefiro.

Ah, e é por isto que, muitas vezes, durmo com meias desirmanadas. Não vou deitá-las fora só porque não encontro o par, não é?

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A vida não se aprende nos livros - 8


Eu já aprendi que não vai resultar quando ele me beija pela primeira vez e tudo o que me apetece dizer-lhe é: "Amigo, isso não é um beijo, isso é uma endoscopia."

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ups... - 2

Os "Parabéns a você" são o terror de qualquer pessoa que, como eu, não goste de ser o centro das atenções. Num momento, está toda a gente animada, a jantar e tal. E, no momento seguinte, puff, tudo de pé à nossa volta, a bater palmas alegremente enquanto entoam a cantilena mais idiota de sempre. Nesse terrível e temido momento, nós ficamos ali no meio, a pensar onde enfiamos as mãos, se batemos palminhas também ou se as deixamos estar quietas, se olhamos para as dezenas de olhos postos em nós ou para o bolo, se cantamos também ou se ficamos com um sorrisinho forçado até à parte do "... uma salva de palmassss eeeeeeeê!!". É tãooo mau.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A vida não se aprende nos livros - 7


Eu já aprendi que, por muito longa, interminável e aborrecida que a fila de trânsito em que estou enfiada seja, não vale a pena passar para a fila do lado, aquela que anda sempre mais rápido. Porque, no momento em que mudamos de fila, a pensar "epá espera lá que aquela está a andar melhor!", a fila para que passamos torna-se de imediato a fila mais longa, interminável e aborrecida de todas, e aquela de que saímos começa a andar mais rápido. Diz que a isto se chama leis de Murphy, e eu não sei quem foi esse senhor, mas parece que percebia umas coisas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ups... - 1

Estão a ver aqueles momentos embaraçosos em que o vosso primeiro pensamento é "Ups..." e o segundo é "estas coisas só me acontecem a mim"? Bom, trago boas notícias, essas coisas não vos acontecem só a vocês. Aliás, se houve coisa embaraçosa que já vos aconteceu, certamente que já terei passado por igual ou pior, tal é a minha tendência para essas coisas. Por isso, e para que se sintam mais acompanhados na vossa idiotice, vou começar a partilhá-los. Para depois poderem pensar "haja alguém mais otário do que eu!" - e há, meus amigos, há. Aí, podem sempre contar com a amiga Sofia.
Primeiro momento embaraçoso desta rubrica:
Hei-de ter 30 anos e continuar a engolir em seco e a transpirar enquanto me finjo absolutamente desinteressada na cena de sexo tórrido que está a passar-se no ecrã, ao mesmo tempo que desejo secreta e incessantemente conseguir mudar o canal por telepatia.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A vida não se aprende nos livros - 6


Eu já aprendi que, quando saímos de um wc público, devemos sempre olhar para os pés para confirmar que não temos uma tira de papel higiénico inconvenientemente colada à sola do sapato.

sábado, 9 de abril de 2011

A vida não se aprende nos livros - 5


Eu já aprendi que os tubos de pasta de dentes que têm riscas coloridas não estão cheios de pasta de dentes às riscas coloridas (acreditem, esta questão sempre me deu a volta à cabeça). Os tubos estão cheios de pasta de dentes branca, e no topo do tubo, junto à abertura para a pasta sair, está a outra parte, o gel colorido (normalmente verde ou azul e vermelho), num espacinho reservado com orifícios para fazer as risquinhas. Quando se aperta o tubo e a pasta sai, leva consigo o gel colorido e sai às riscas. Qualquer coisa assim. Agora bonito era eu dizer que abri um tubo de pasta de dentes para constatar isto, mas não, esta (e contradizendo o título da rubrica) li mesmo num livro. Mais bonito ainda, era alguém disponibilizar-se para enfiar um tubo de pasta de dentes às riscas novo dentro do congelador e mais tarde cortá-lo ao meio, para ver se isto é verdade ou se a pasta afinal já vem às riscas. Voluntários? É que a pasta de dentes está cara.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 4


Eu aprendi que não vale a pena comprar calças de ganga ligeiramente apertadas (nós, mulheres, recusamo-nos a comprar um tamanho acima do nosso habitual) porque pensamos "Ah não há problema porque amanhã até é segunda-feira e eu começo a dieta (a dieta da segunda-feira, sempre a dieta da segunda-feira) por isso daqui por duas semaninhas as calças já me servem na perfeição". Amigas, a dieta começa sempre só na prooooóxima segunda-feira (aquela que nunca chega), as calças não vão servir-nos, e gastámos dinheiro para termos um par de calças extra enfiado no armário, longe da nossa vista para não nos lembrarmos sequer que não conseguimos enfiá-las. Eu já aprendi que não vale a pena, se as calças não servem e eu me recuso terminantemente a experimentar sequer um 40, não as compro e acabou-se. Vou à procura duma loja que faça uns 36 largos que isso é que faz bem ao ego...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 3

Eu aprendi (da pior maneira) que devemos deitar fora imediatamente tudo o que seja cuecas velhas ou em mau estado (ie, cuecas com linhas penduradas, cuecas ligeiramente descosidas, cuecas com o elástico coçado ou laço, etc...). O mesmo se aplica a soutiens e a meias rotas no dedo grande. Ah, e há um limite de cuecas da Hello Kitty que uma gaja deve ter a partir dos 20 anos (também aplicável a Snoopy e outros que tais). A sério, a partir duma certa idade convém ter roupa interior minimamente sexy. E em bom estado. Sobretudo em bom estado. Acreditem em mim. Mesmo quando não está nos vossos planos ir brincar aos cowboys, as coisas mudam e nunca se sabe quem vai ver as vossas cuecas nesse dia. E vocês não querem que ninguém se depare com umas cuecas velhas ou com uma Hello Kitty com asinhas pespegada na vossa mama direita (no que ainda a tapa, vá). A sério. Acreditem em mim.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 2


Eu já aprendi que devemos sempre confirmar o destinatário das mensagens que enviamos antes de o fazermos. Principalmente quando o remetente é uma pessoa distraída como eu. Caso contrário, há sempre a probabilidade (e não é pequena) de enviarmos mensagens para uma pessoa a falar mal dela, ou a falar da surpresa de aniversário dela, ou mesmo de enviar a resposta (afirmativa e bastante descritiva) a uma proposta indecente de um "amigo" a outro "amigo". Já me aconteceram todas, e foi giro. Mesmo giro...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nova rubrica - A vida não se aprende nos livros, 1

Resolvi criar mais uma rubrica. Eu podia dizer que o motivo se prende com o eu achar muito giro a quantidade de coisas que vamos aprendendo ao longo da vida. E não aquelas coisas que se aprendem nos livros, nada disso. Falo daquelas coisas úteis, como pôr a mão (o braço, peço desculpa, sabe-se lá se não anda por aí ainda a gripe A) à frente do nariz quando se espirra, porque nunca se sabe quando vai sair dali um macaco disparado ou quando um bocado de ranho vai aterrar em cheio no nosso queixo (deixem-se de merdas, já nos aconteceu a todos). Eu podia dizer que tem a ver com a utilidade deste tipo de aprendizagem, e até tem um bocadinho, mas na verdade é mais para não vos bombardear diariamente com a coisa (pessoazinha) que mais me atravessa o pensamento (o corpo, os sonhos, a escrita...) e vocês não se fartarem e não acharem que, afinal, eu sempre fui uma lamechas com a mania que sou má e pronto, tenho uma reputação a manter. No fundo acho que é isso. E já sabem que podem partilhar as coisas que a vida vos ensinou - a do macaco já é minha.