Dear Cupid, next time hit both.









segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Opá, já podiam ter dito.



Ahh então é isso? E eu que tenho perdido horas de sono com esta brincadeira? Livra... Muito mais descansada agora! Uff!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Então é assim?


Eu não venho aqui durante dois dias e quando volto tenho mais 2 seguidores? O que acontece se eu não puser aqui os pés durante um mês? Hum? Vou experimentar, pronto, adeus, até 20 de Fevereiro.






Estava a brincar, não vou nada :)

domingo, 15 de janeiro de 2012

A vida não se aprende nos livros - 12

E não é que é absolutamente verdade? Todas as manhãs, xiça.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ups - 6


Isto comigo é o pão nosso de cada dia, ou não fosse eu surda que nem uma porta. Então acontece isto:

Pessoa x - Oh Sofia, blajhodskfhkfhkdhkdjgrkj.....
Sofia - O quê?
Pessoa x - Bjodidisrutuhsdjgdkjgkth!
Sofia - Hã...?
Pessoa x - Buyegfjrgotgkkdfjidkjshefurhfk!!
Sofia - Desculpa, não percebi...
Pessoa x - BFURUITISEJIGKJDJHCFZRJESGHFR!!!!
Sofia (ainda sem perceber, a acenar com a cabeça e com um sorrisinho para o caso de a pessoa ter dito uma piada) - Ahh! Um-hum...

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Para os homens: lição de sobrevivência #1


Se uma miúda vos diz que tem frio, ela não está a tentar iniciar uma conversa sobre o tempo. Ela não está à espera que vocês respondam "Epá realmente está muito frio, e a chuvada que aí vem?" ou "Pois isto tem estado agreste, e não ouviste falar do tufão que vai atingir o Uzbequistão?". Homens, se uma miúda vos diz que tem frio, é simples: ela está à espera que vocês a aqueçam. DUH.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Se calhar assim é mais fácil.











É que eu já não sei bem o que dizer. As palavras não me chegam.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Mas se calhar é pedir muito.


O que eu queria era saber. Saber de ti, saber a que horas acordaste e se olhaste para o lado e pensaste em mim quando viste o vazio, porque eu penso sempre em ti por não ter o teu ombro para me encostar quando acordo. Saber se vestiste aquele casaco preto em que ficavas tão bem e se fizeste a barba ou se a deixaste crescer mais um dia. Queria saber se comeste os mesmos cereais ao pequeno-almoço e se saíste de casa atrasado como sempre, se te encontraste com os teus amigos antes do trabalho, se falaste de mim a algum deles. Queria saber se há mais alguém no teu pensamento ou se sou só eu. Se também esperas por notícias minhas, se também sentes a minha falta, se também sorris quando te lembras mas também ficas triste por eu estar tão longe de ti. Queria saber se, como eu, querias voltar atrás e poder prolongar só mais um bocadinho aquele instante, o último, se te ficou alguma coisa por dizer, queria saber o que sentes quando ouves o meu nome, se há músicas que te façam pensar em mim e se o meu perfume se mantém na tua almofada. Queria saber se os teus dias têm menos cor por eu não estar neles, saber se usas o mesmo after-shave e se o teu riso ainda tem o mesmo som que eu recordo. Queria saber o que fazer aos dias agora que eles têm o dobro do tamanho e a que me agarrar quando tudo parece tão pouco importante, menos tu. Eu queria saber como tu segues tão bem sem mim quando eu não sei bem como fazê-lo sem ti.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tão, mas tão melhor.


E como vale a pena não dormir. Só para contar as batidas do teu coração contra as minhas costas.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 11


Nunca, jamais. Por razões óbvias que não preciso de mencionar.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ai ai ai ai ai...

Estão a ver quando sabem que vão meter o pé na poça? Que vão fazer asneira mais uma vez? E mesmo assim vão em frente e fazem-na? Pronto, é aí que estamos hoje.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A todos os meus seguidores, em especial aos que sofrem pelo amor, sim?


Apesar de isto ter sido publicado às duas da tarde, eu estou a escrevê-lo às duas da manhã. É tarde e ultimamente não fico acordada até estas horas durante a semana, mas apeteceu-me ir ler posts mais antigos e de repente precisei de escrever-vos. A vocês, sobretudo a todos os que acompanharam a minha paixão não correspondida ao longo de cerca de um ano. Para os seguidores mais recentes, esta história está nos posts com a etiqueta "fairytale". Há mais de um ano atrás, apaixonei-me de uma forma estúpida por uma pessoa que não sentia o mesmo por mim, apesar de termos uma espécie de relação (não assumida, não séria e claramente não correspondente ao que eu queria). Já não escrevo posts com esta etiqueta há algum tempo. Por um motivo simples: passou. E precisava de dizer isto a todos os que vieram aqui ler-me ao longo desse tempo todo e dar-me força, dizer que eu ia mesmo viver o meu conto de fadas, que um dia ele ia mesmo acordar. Bom, ele não acordou; acordei eu. Aos poucos. Porque afinal há um limite para o quanto podemos gostar e suspirar e desejar alguém e não ter nada disto de volta. Afinal, também nos cansamos, mesmo quando tínhamos a certeza da perfeição da outra pessoa e de que aquilo nunca iria passar. E porque na altura também havia muita gente a comentar que estava a passar pelo mesmo, precisei a dobrar de dizer-vos que afinal sim, que afinal passa, que afinal chega o momento moving on. Não porque percebemos que não vale a pena, não porque ele nos diz que nunca irá gostar de nós, não por motivo nenhum em especial. Acontece naturalmente porque, também naturalmente, nada dura para sempre. Agora o meu coração não dispara quando o vejo, não fico vidrada nele, não o acho um sem fim de qualidades (não desfazendo, o moço é muito giro e divertido e tudo, mas eu estava a alucinar um bocadinho). Mas olhando para trás não me arrependo de nada. É verdade que não foi fácil, ainda foram uns quilos perdidos, umas noites a adormecer com a almofada molhada, umas coisas assim chatas. Mas pela primeira vez passei pela experiência de gostar de alguém e não ser correspondida - e sobrevivi. Mais importante, sobrevivi ao ponto de sorrir quando leio o que escrevi para ele, e ao ponto de conseguir gostar de outra pessoa agora. E ainda tive a vantagem de ter escrito coisas muito giras, num registo que nunca tinha experimentado antes. Valeu a pena. E sim, a vossa paixão unilateral também vai passar, eventualmente. Don't worry. Da minha parte, declaro oficial o fim dos posts com a etiqueta Fairytale. Muito obrigada a todos os que seguiram a história!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Diz que é para agradecer. E devia ser mesmo.


Eu queixo-me de alguma coisa todos os dias. Vocês não? Seja do preço da gasolina, do mau ordenado, de ter de sair da cama quentinha para ir trabalhar, do amor não correspondido, da amiga chata, da água do duche que não aquece rápido o suficiente, do trânsito, do verniz das unhas que pusemos ainda anteontem e já está a sair, do calor, do frio, da chuva, da seca, da dor na unha do dedo maior do pé esquerdo, todos nós nos queixamos de coisas, todos os dias, várias vezes por dia. Ontem foi Thanksgiving Day nos EUA. Tenho pena que não tenhamos este feriado cá. Não por ser mais um feriado, mas porque eu sou toda pró-feriados festivos e parece que este marca oficialmente o início da época natalícia. E como é um dia em que tradicionalmente se agradece por algo que se tenha, hoje venho agradecer por umas quantas coisas. Aqui vai:

Agradeço por...

Nunca ter passado fome na vida. Por nunca ter vivido na rua. Por nunca ter perdido um familiar próximo além dos meus avós. Por nunca ter perdido um amigo. Por ser saudável. Por ser capaz de amar. Por ter trabalho. Por ter casa, carro, telemóvel, roupas mais do que suficientes, e tudo o que me apetece comer, mesmo que não precise. Por ter amigos. Por ter família - longe de ser perfeita e funcional, longe de ser boa, longe sequer de ser aquilo a que se pode chamar família; mas não estou sozinha no Mundo. Por nunca ter precisado de estender a mão para pedir esmola. Por ter nascido aqui e não num país de terceiro mundo, no meio da pobreza extrema. Por ser sensível ao que me rodeia. Por ter os meus membros todos e eles funcionarem na perfeição. Por ser inteligente q.b.. Por até ser bonitinha - oh, podia ser pior. Por ter sonhos. Por existirem animais no Mundo e por saber dar-lhes o devido valor.

É que por termos água e comida todos os dias não perdemos o direito a queixar-nos do que nos chateia. Mas também temos o direito de, de vez em quando (pelo menos isso), ser felizes. E por isso devíamos dar valor às nossas coisas boas. De vez em quando. Comigo resultou, já me sinto menos miserável por a gasolina estar tão cara (1,53€?! seriously?!). Ora experimentem e depois digam como correu.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Oh if only, if only...


Falham-me sempre as palavras nestes momentos. Os dedos suspensos sobre o teclado, o peito a encher-se de ar devagarinho, para que o vazio não o desfaça de vez. Nunca sei o que dizer sobre isto, sobre ti. É só por isso que te escrevo tão pouco. É que não é como se tu não me quisesses. Não é como se me tivesses trocado, não é como se não funcionássemos, não é como se tivesses outro nome no coração. Não é, sequer, como se eu te tivesse perdido para sempre. Eu nunca te tive. Tive a minha cabeça no teu peito, o teu braço à minha volta, o teu abraço na despedida. E foi tudo. Mas valeu por uma vida. Porque agora eu sei onde pertenço. Sei que aí não importaria mais nada. Não me importaria quanto ganho, nem o preço da gasolina, nem se chove ou se faz sol, nem a quantidade de coisas que eu gostava de ter e não tenho. Porque eu teria a coisa que mais quis até hoje, aquela em que esgoto todas as minhas forças e em que perco horas de sono, aquela que desejo todas as noites sem excepção, a primeira em que penso quando acordo, lamentando sempre, sempre, não estar aí onde tu estás. Tu e uma cabana seriam o suficiente para eu ser estupidamente feliz. Eu nunca fui assim, sabes? Gostava que soubesses o quanto me mudaste em tão pouco tempo. O pouco que me importa agora tudo o resto. O passado, o presente, os outros - pouco me importa. Os dias passam a uma velocidade estonteante, apenas porque estão vazios. Não têm nada que interesse o suficiente para os marcar. As segundas-feiras são sempre segundas-feiras, e as sextas-feiras são sempre sextas-feiras. O vazio no meu coração pesa tanto num dia como no outro. Tudo o que eu queria era poder estar contigo. A vida seria tão mais fácil. Tão mais bonita. Tão mais vivida. Se ao menos eu pudesse adormecer ao teu lado...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

É que cansa, às vezes cansa


Sou só eu que tenho a sensação de estar constantemente a seguir em frente? De estar constantemente a recuperar de alguma coisa que não correu como esperava? Que nunca tenho aquele sentimento de paz, que nunca sinto que agora sim, agora posso baixar os braços e relaxar, porque encontrei o sítio onde pertenço? Sou só eu que não estou onde pertenço...?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A vida não se aprende nos livros - 10

"Ah e tal não faças fitas, não vês aqui que isto não arde nos olhos?!" dizia-me a minha mãe enquanto me esfregava a cabeça sem dó nem piedade. Esta é provavelmente uma das maiores petas que alguma vez nos pregaram na nossa infância. "Este champô não arde nos olhos!" - o tanas. Ardia como tudo! Tantas lágrimas perdidas à pala desta porcaria... Obrigadinha, Johnson's!

P.S.: deixo a foto como recordação de um dos piores momentos da nossa infância... o... arghhh... banho! Onde nos esfregavam impiedosamente a cabeça com esta mistela cheirosa e de aspecto suave mas que no fundo era profundamente diabólica e criada propositadamente para nos fazer sofrer!


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Às vezes parece impossível o quanto.


É que é muito, muito mais do que tu possas imaginar.

domingo, 13 de novembro de 2011

Para quem vem ter ao meu blog sem querer


Através de pesquisas no Google, quero dizer. Segundo o indicador do blogger, houve pessoas que vieram aqui ter pelos mais variados motivos. Bom, se pesquisaram por chuva e chocolate, já deviam saber ao que vinham. Para o resto: os que pesquisaram por "troll", vieram ter ao sítio certo. Aqui acompanha-se devidamente o dia-a-dia de uma óptima exemplar da espécie. Os que pesquisaram por "rabos perfeitos", vieram bater à porta errada. Lamento.

By the way...

Não foi às 11:11, mas eu fechei os olhos com muita força e desejei na mesma.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

E eu também gosto do Outono por isto


Porque é castanho e cor-de-laranja e cheira a doce de abóbora. Um feliz São Martinho para todos vós, sim? Eu vou ali encher o bandulho de castanhas e batatas doces e devo voltar amanhã (com uma grande dor de barriga).

P.S: Entretanto descobri que afinal o S. Martinho comemora-se é na véspera à noite. E eu que tenho um jantar de S. Martinho hoje? Andei a viver enganada. Oh, bolas.

P.P.S: Olhem, hoje é dia 11 do 11 de 2011. Não devia acabar o Mundo ou coisa do género? Não é isso que está na moda quando há capicuas nas datas?

domingo, 6 de novembro de 2011

Ups... - 5


É mais uma daquelas coisas matemáticas. Sempre que nos passeamos pelo corredor de um supermercado, em processo de aquisição das nossas coisinhas do dia-a-dia, e nos cruzamos com alguém interessante - nomeadamente, um rapazito jeitoso - levamos coisas embaraçosas à vista. Já nos deve ter acontecido a todos, certo? Fazermos a curva de um corredor para o outro e darmos de caras com aquele/a moço/a giro/a do ginásio e nós com uma caixa Evax com abas Superplus/preservativos tamanho S/pensos da Lindor para a nossa avó nas mãos? Hum? Confessem, vá, não faz mal... Já todos estivemos aí.