Dear Cupid, next time hit both.









sábado, 24 de setembro de 2011

A não esquecer, ao longo da vida:


1. O dinheiro não traz felicidade, mas é mais confortável chorar num BMW do que numa bicicleta;
2. Perdoa o teu inimigo, mas nunca te esqueças do nome do filho da mãe;
3. Ajuda o teu próximo quando ele estiver em apuros, e ele vai lembrar-se de ti quando estiver novamente em sarilhos;
4. Muitas pessoas apenas estão vivas porque é proibido matá-las;
5. O álcool não resolve problemas, mas o leite também não.

Ámen a isto.

Nota: infelizmente, a t-shirt não é minha, mas se a virem à venda avisem! E também infelizmente, não fui eu que inventei estes pontos e desconheço o autor. Parece que afinal frases tipo pescadinha de rabo na boca não são a minha cena, anónimo fofinho :)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A minha primeira vez.

A minha primeira vez foi o ano passado. Conhecia muita gente que já o fazia, e a verdade é que já me sentia um pouco mal por não o fazer também, mas tinha algum receio da dor. Levei algum tempo a ganhar coragem para o fazer. A minha primeira vez foi com uma mulher. Mais velha, experiente. Acho que estava um pouco nervosa quando entrei com ela naquele sítio e ela me disse para me deitar. Conversámos o tempo todo, e talvez por isso não tenha custado tanto. Eu disse-lhe que era a minha primeira vez e ela teve cuidado. Foi simpática e foi-me sempre perguntando como me sentia... Não foi tão mau como eu pensava, nem de longe, mas confesso que senti dor. Quando eu pensei que já tinha acabado... Ela mandou-me virar de barriga para baixo. Lembro-me que me senti um pouco exposta, mas ela já era experiente e sabia o que estava a fazer... decidi confiar nela. Pouco depois, estava acabado. Durou cerca de meia hora no total, e decidi que podia repetir no mês seguinte. Foi a primeira vez que fiz depilação brasileira total.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Oh, é bom. É tão bom.

It's been a while. E de repente tenho 15 anos outra vez. Estão a ver a felicidade ridícula? É isso :)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sem tirar nem pôr.


Bem-vindos ao meu mundinho idiota, parte II. Nunca mais é sexta-feira. Ah, esperem, é já amanhã!



sexta-feira, 26 de agosto de 2011

And the games you'd play, you would always win, always win.


"Ela procurava o príncipe e ele procurava a próxima. Ela olhava para ele e ele olhava para todas. Ela queria-o a ele e ele queria uma. Ela fazia planos e ele destruía. Ela descobriu que ele era único e ele achou que ela era só mais uma. Ela sonhava acordada e ele dormia sem sonhar com ela. Ela desistiu e ele arrependeu-se. E então, ela descobriu que era ele que era só mais um e ele... ele descobriu que ela era única." (desconheço o autor)

Faltava ele descobrir que eu sou única.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Someday, somehow


Estás comigo uma boa parte dos meus dias. Às vezes tomamos duche juntos de manhã. Enfiamo-nos à vez debaixo do chuveiro e, numa questão de segundos, eu queixo-me do frio. Tu deixas-me ir para debaixo da água quente e reclamas pelo tempo que eu demoro a tirar o amaciador do cabelo. Ao pequeno-almoço, dás sempre duas ou três dentadas na minha torrada e chateias-me pela manteiga em excesso quando trincas o pão. Eu convenço-te sempre a levares fruta antes de saíres de casa, com um beijo pousado na minha boca. Estás comigo quando, a meio de um dia de trabalho, recebo uma sms a dizer que tens saudades minhas. E também estás comigo quando chegas a casa, me abraças e dizes que agora o teu dia está muito melhor. E o meu também fica sempre muito, muito melhor. Eu ainda não sei quem tu és, mas já estás comigo isto tudo. E um dia destes eu encontro-te.

domingo, 14 de agosto de 2011

A isto chama-se estabelecer objectivos na vida.

Agora só tenho de sobreviver às ressacas para lá chegar. Eu consigo... eu consigo. Mensagens de apoio são bem-vindas...

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sabes qual é a diferença?


Eu odeio-te, porque dizes-me sempre que tiveste saudades minhas. Que gostas dos meus olhos e das minhas sardas. No fundo, eu só queria que tu dissesses que gostas de mim. Ou então só que aquilo significasse que tu gostas de mim. Mas não significa, tu só dizes que tiveste saudades, e eu nem sei o que é que isso quer dizer. Eu nunca tenho saudades tuas. Mas eu nunca quero que tu vás. Eu nunca quero que tu vás, e tu nunca me pedes para ficar. Não sabes que vais ter saudades? Eu ficava. É essa a diferença entre nós.

domingo, 7 de agosto de 2011

Volta Verão, estás perdoado


Está bem que este blog se chama Tardes de chuva e chocolate e que é por alguma razão - eu gosto de chuva, e gosto de chocolate, e gosto de tardes em que se combinem as duas coisas (e vi esse nome na capa de um livro e pareceu-me bem, vá). Está bem que no outro dia quando choveu no país todo eu delirei, porque já tinha tantas (tantasss) saudades do céu cinzento e da chuva. Mas tudo isto não me tira da cabeça uma questão fulcral: o que raio aconteceu ao Verão?? Lembram-se dessa estação do ano, que agora se assemelha a algo mítico? Aqueles três meses em que só se estava bem com o cu de molho na praia, em que andávamos de chinelinho o dia todo (noite incluída), em que os vestidinhos eram bem-vindos todos os dias? Em que alapávamos o rabo numa esplanada ao fim do dia e só saíamos de lá às 2 da manhã e no máximo tínhamos de vestir um casaquinho de malha? Agora eu já dei comigo a ponderar seriamente calçar umas botas quando vou sair à noite, porque tem havido noites em que está mesmo frio para isso. Agora eu tenho de pensar em sítios que não tenham esplanada, porque não se aguenta a partir do pôr-do-sol. O meu casaco de cabedal (falso, cabedal falso, como é óbvio) não é arrumado no armário da roupa de Inverno, porque continua a fazer-me falta. E eu, uma pessoa que até era gaja para comer um gelado todos os dias (quando não era mais do que um), este Verão juro que os meus dedos das mãos chegam e sobram para contar os gelados que já comi. Não apetece, está vento, faz frio, torno-me mais a pessoa de torradas que sou no Inverno. Estou triste. Já me imagino a falar aos meus filhos da estação que existia antigamente, o Verão, e de como era divertido andar de vestido e chinelos durante três meses, mesmo à noite, porque estava calor, muito calor. Já vejo a expressão incrédula nas carinhas deles, pobrezinhos. Estou mesmo triste, bolas.

A boa notícia? Posso desatar a comer que nem uma orca. Daqui por uns cinco anos, provavelmente já nem está calor suficiente para usar biquini.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Estás a ver?


Eu queria uma pessoa que me deixasse cantar alto enquanto conduzo, e que depois me dissesse que eu canto mesmo mal e se risse disso comigo. E que depois me pedisse para cantar mais um bocadinho. Estás a ver? Eu queria-te a ti. E se tu não vês isso, e não me queres também, só podes ser um perfeito idiota.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Boy, we made such a mess together.


Não queria escrever para ti. Eras teimoso e chato e querias estar sempre a espetar-me beijos nas bochechas. Eras meticuloso e voltavas sempre atrás para verificar se a porta do carro estava fechada, e confirmavas duas ou três vezes - essa tua POC irritava-me tanto. Quando arrumavas alguma coisa, fazia-lo milimetricamente. Tenho saudades de gozar-te por causa disso. Quando dormíamos juntos, via-se perfeitamente qual era o meu lado da cama; quando íamos acampar, via-se perfeitamente qual era o meu lado da tenda. Era aquele que tinha roupa espalhada por todo o lado, e o teu era o que tinha só uma camisola perfeitamente dobrada em cima da mochila. Mas depois saltavas de penhascos, saltavas de cabeça e sem pensar duas vezes, e por isso eu sabia que não eras aborrecido. Cantavas mal. Meu deus, cantavas tão mal, tinhas tão pouco sentido para a música que até as tuas palmas eram fora do ritmo. Tinhas vergonha das coisas mais idiotas, como entrar numa loja só para ver coisas quando não ias comprar nada, mas eras a pessoa mais sociável que eu conhecia. Era tão fácil gostar de ti, com o teu sorriso fácil, os teus traços perfeitos, a tua simpatia e o teu bom coração. Quando eu chorava por causa de um animal no meio da estrada, tu limpavas-me as lágrimas e dizias "tu tens um coração tão grande..." e, nessas alturas, eras a melhor pessoa do Mundo para mim - ainda que eu soubesse que não eras. Achava uma mariquice pegada que um homem feito não tivesse qualquer problema em abraçar a mãe só porque sim e em enchê-la de beijos - mas, secretamente, achava isso o máximo. Também achava uma lamechice que tivesses a minha foto no fundo do teu telemóvel e a nossa música como tom de toque, mas sorria sempre que a ouvia. Ainda a tens. Dois anos depois, ainda a tens. Dois anos depois, ainda me atendes o telemóvel a dizer "Wow, isto foi estranho! Tinha acabado de marcar o teu número e carregar no verde para te ligar...". Não queria escrever para ti. Não queria, porque isso é dar-te esta importância toda, e porque eu não gostava daquelas coisas todas. Mas eu tenho tantas saudades delas.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ups... - 3

Não vale a pena negar, já aconteceu a todos nós. Seja numa discoteca, num bar ou mesmo em casa, já houve um momento em que estávamos em pleno Chuva de Estrelas no interior das nossas cabeças, na maior actuação das nossas vidas, a cantar em total sintonia com a música (nas nossas cabeças é sempre assim) e, de repente, por qualquer motivo, a música pára... e nós ainda estamos a cantar orgulhosamente. E aí percebemos que, afinal, a sintonia não era assim tãooo grande. E é embaraçoso. Pior do que isto, só mesmo estar a meio duma conversa íntima, a berrar para nos fazermos ouvir por cima da música, e ela parar de repente. Conseguem imaginar? Qualquer coisa como: "Uma vez vi (música pára) um vibrador cor-de-rosa dos grandes....". É caso para dizer "Ups...".

NOTA: o exemplo acima referido foi imaginado e qualquer coincidência com a realidade não é da responsabilidade da autora. A própria acrescenta que essa situação não aconteceu com ela. Mesmo. A sério que não.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A vida não se aprende nos livros - 9


Eu já aprendi que, por muito cuidado que eu tenha, por muitas voltas que o Mundo dê... os pares das minhas meias evaporam-se sempre algures entre o percurso do cesto da roupa suja até à gaveta das meias do meu quarto. E é um mistério que nunca hei-de conseguir desvendar. Desconfio que a minha máquina de lavar tem um buraco. Ou que vivem lá duendes que comem meias, não sei bem qual das teorias prefiro.

Ah, e é por isto que, muitas vezes, durmo com meias desirmanadas. Não vou deitá-las fora só porque não encontro o par, não é?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu acho que não é pedir muito. Mas...


Ter-te comigo esvazia-me sempre um bocadinho mais o coração. Porque eu queria sempre a tua mão um bocadinho mais entrelaçada na minha, eu queria sempre os teus lábios encostados aos meus por um bocadinho mais de tempo, eu queria sempre o teu braço a apertar um bocadinho mais o meu corpo contra o teu. Como se quisesses mesmo sentir-me perto de ti, e não porque, por acaso, os nossos corpos estavam perto o suficiente para me abraçares. Eu queria que, para ti, eu nunca estivesse perto o suficiente, que me quisesses sempre mais aí, encaixada nesse rumo flawless que é o da tua vida.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

I try to walk away and I stumble...


Estás a ver o planisfério de que falávamos na escola? Já o percorri a dedo, já desenhei caminhos novos. Já o fiz sozinha e acompanhada. Já tentei passo a passo e já tentei adiantar quilómetros. Já tracei até mapas estelares, e nada. Volto sempre ao caminho que me leva a ti. E não há nada a fazer, sabes? O meu coração não me pertence desde que o deixei nas tuas mãos. E tu levaste-o contigo. Tenho vontade de pedir-te que ao menos tenhas cuidado, que ao menos não o deixes cair, que ao menos tomes conta dele. Que ao menos te lembres que ele continua a bater por ti, e que a cada passo que dás fora do que era o nosso caminho, ele parte-se mais um bocadinho. Tem cuidado, ao menos tem cuidado.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A vida não se aprende nos livros - 8


Eu já aprendi que não vai resultar quando ele me beija pela primeira vez e tudo o que me apetece dizer-lhe é: "Amigo, isso não é um beijo, isso é uma endoscopia."

terça-feira, 21 de junho de 2011

I try to say goodbye and I choke.


Estou sempre a ser empurrada para ti. Eu juro que queria deixar de percorrer o caminho que me leva de volta a ti uma e outra vez, mas o meu coração parece não conhecer outro. Por muito que eu tente, por muito que trace novos caminhos, por muito que percorra mapas deste mundo e de outro qualquer, no fundo eu não me afasto um milímetro da estrada que íamos percorrer os dois. Não é que eu viva no passado, eu vivo é num futuro em que tu estás, como era suposto. E num presente em que tu não me deixas escapar. Porque o teu sorriso está sempre lá, os teus olhos estão sempre prontos a encontrar os meus, e a tua vida está sempre a entrelaçar-se na minha, como as nossas mãos costumavam fazer. Não é suposto estares comigo, mas estás, estás sempre e por toda a parte. Sabes? Eu acho que não, mas gostava que soubesses que ainda te ouço a desejares-me boa noite sempre que encosto a cabeça na almofada e me preparo para mais uma noite sem sonhos contigo.

domingo, 19 de junho de 2011

Ele há-os ao pontapé, mas....


Os homens giros são convencidos. Os homens feios não têm auto-estima. Os homens bonzinhos são uma seca. Os homens mauzões não têm sentimentos. Os homens cultos são intelectuais demais. Os homens burros são... bom, são burros. Os homens práticos são desligados. Os homens sonhadores são umas meninas. Os homens que se focam na carreira não têm tempo para mais nada. Os homens que não têm carreira não têm grande interesse. Os homens frios não nos dão atenção suficiente. Os homens atenciosos são uns chatos. Os homens normais nunca têm paciência. Os homens que nos aturam tudo são mentalmente instáveis. Os homens do presente são uma dor de cabeça. Os homens do passado são uma dor ainda maior. Os homens sérios fazem-me fugir. Os homens divertidos têm sempre um monte de miúdas atrás. Os homens que têm miúdas atrás deles são sinónimo de chatice. Os homens que não têm miúdas nenhumas atrás são, no mínimo, estranhos. Os homens que não nos ligam de volta são uns sacanas. Os homens que nos ligam no minuto seguinte, e no outro, e no outro, são carentes. Os homens misteriosos dão connosco em doidas. Os homens simples não têm piada nenhuma. Ser solteira é tão cansativo que estou a pensar fazer um voto de celibato eterno.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ups... - 2

Os "Parabéns a você" são o terror de qualquer pessoa que, como eu, não goste de ser o centro das atenções. Num momento, está toda a gente animada, a jantar e tal. E, no momento seguinte, puff, tudo de pé à nossa volta, a bater palmas alegremente enquanto entoam a cantilena mais idiota de sempre. Nesse terrível e temido momento, nós ficamos ali no meio, a pensar onde enfiamos as mãos, se batemos palminhas também ou se as deixamos estar quietas, se olhamos para as dezenas de olhos postos em nós ou para o bolo, se cantamos também ou se ficamos com um sorrisinho forçado até à parte do "... uma salva de palmassss eeeeeeeê!!". É tãooo mau.