Dear Cupid, next time hit both.









segunda-feira, 14 de junho de 2010

Relações sérias vs. amizades coloridas

Muito se tem falado de relações sérias vs. amizades coloridas. Há quem seja alérgico a umas e quem critique arduamente as outras. Bom, eu vejo vantagens em ambas. Nas relações sérias há o amor. Que nos tira os pés do chão, nos deixa o estômago cheio de borboletas, nos faz querer correr pela rua a gritar que o amor nos corre nas veias e tem o nome daquela pessoa. Há o conforto, a segurança, o sabermos que temos alguém com quem podemos sempre contar. A companhia para uma série de coisas, desde as idas ao cinema e das tardes enroscados no sofá a ver filmes, às férias paradisíacas e aos planos para um futuro a dois. Sentimos que pertencemos a alguém, que alguém nos pertence. Que temos sempre quem nos traga um copo de água quando temos sede mas, mais importante, que temos sempre quem nos peça um. Sabemo-nos importantes para alguém, ouvimos e dizemos "amo-te", trocamos juras de amor eterno e temos certezas inabaláveis acerca da eternidade daquele amor. Inevitavelmente (?), o sexo torna-se óptimo, porque a intimidade atinge um grau muito superior. Por outro lado, há os corações partidos, as dores de amor, as chatices, as discussões, as ceninhas de ciúmes, o estar preso a alguém que acaba por, regra geral, nos atar as mãos e nos impedir de fazermos algumas coisas que até gostávamos de fazer mas que pomos de lado por esse amor - estúpidos, estúpidos, estúpidos. As amizades coloridas podem juntar o melhor dos dois mundos. Temos a companhia para algumas coisas, temos o sexo que também pode chegar a óptimo, não temos as complicações (a não ser que alguém se apaixone mas... isso já é outra história), nem os ciúmes, nem as chatices, nem as obrigações. Pessoalmente, a mim não me apetece "ter de" enviar mensagens de bons dias e de boas noites, dizer o que estou a fazer se me perguntarem, não me apetece que me chamem princesa nem sequer amor, não me apetece a intimidade com alguém. Conhecer outra pessoa e tornarmo-nos íntimos dela dá trabalho. É um trabalho que pode dar frutos, é certo. Implica coragem para nos mostrarmos como somos e para aceitarmos o outro como ele é, implica devoção porque se um gajo muito giro se mete connosco não lhe damos trela, implica uma data de coisas que agora não me apetecem. Por isto tudo eu sou a favor de amizades coloridas, pelo menos para já. Pelo menos enquanto não me apetece ser namorada de ninguém. Enquanto não me apetece ser nada de ninguém. Eu sou minha. Se eu não for minha agora, quando é que o serei? Aos 40? Naaa. Eu sou minha, agora, e ponto final.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

But you own the place where all my thoughts go hiding...

Hoje, abro-te o meu coração. Em silêncio, para que não o ouças. Eu amei-te como se fosse para sempre. Amei-te como se fosse para sempre, e o "como se fosse" desapareceu. Perdoa-me a leveza da escrita, mas bem sabes que nunca fui capaz de pôr o que sentia por ti em palavras. Como se põe em palavras, em algo tão efémero como palavras, um amor eterno? Um amor daqueles que se nos cravou no coração e que nunca se apaga? Não se põe, é simples. Mesmo hoje, já tão longe dos teus braços, eu não consigo pôr-te - pôr-nos - em palavras, não consigo deixar-nos bem explicados em texto algum. Mas o amor não se explica, é mesmo assim. Às vezes acho que podia entregar-me. Que podia parar de remar contra a maré que me puxa constantemente de volta para ti, e entregar-me. É tentadora, a ideia de voltar a estar no conforto dos teus braços, apertados à minha volta como se um escudo do resto do Mundo se tratassem. Mas depois penso que isso seria desistir cedo demais. Eu ainda quero fazer tanto. Mesmo que considere a possibilidade de um dia voltarmos a ser nós (alguma vez deixámos de ser nós?), eu ainda tenho muito por fazer, e não estou disposta a abdicar disso já. E eu sei que posso perder-te, e eu sei que posso ter de viver o resto da minha vida com isso. Mas eu não acho que a felicidade esteja dependente de uma só pessoa. E recuso-me a acreditar que não haja alguém mais parecido comigo, alguém que me complete como tu um dia fizeste. Alguém que partilhe os meus ideais ou que, pelo menos, os respeite o suficiente. O pior? Acho que começo a deixar de ter forças para te fugir. Para te dizer que não, quando o meu coração meio partido me (te) grita que sim. Que sente a tua falta e que tu o embalavas como ninguém. Mas ainda não me sinto preparada para baixar os braços, para dizer "rendo-me, sou tua outra vez". Continuo a estar meio oca, a ter aquele cantinho do coração/da alma por ocupar, mas esse vai ser sempre teu. Por isso, por tudo isto, perdoa-me se um dia destes eu voltar a chamar-te amor. É o meu coração a falar mais alto do que a minha voz, a falar-te em nome da saudade, a querer ser embalado por ti. Perdoa-me se eu te chamar amor... será só por uma noite.

sábado, 22 de maio de 2010

Say what you need to say.

Às vezes acho que uma parte de mim se perdeu irremediavelmente. Outras vezes, não acho; tenho a certeza. Não sei que parte de mim foi essa, ao certo. Só sei que é subtil o suficiente para mais ninguém reparar, mas importante o suficiente para que eu sinta a sua ausência todos os dias, desde que abro os olhos de manhã até voltar a fechá-los à noite, e a cada golfada de ar que inspiro. Não é como se eu não vivesse sem ela, nem como se não pudesse ser feliz. Mas a ausência desse pedacinho de mim está lá. Ninguém nota, excepto eu. Quando solto uma gargalhada com a mesma vontade e a sinto um pouco oca, quando dou comigo de olhar fixo num ponto distante, alheia ao resto, quando as piadas que solto e que provam que mantenho o sentido de humor não me soam ao mesmo. Se pensarmos bem, faz todo o sentido que eu me sinta assim. Nos últimos anos, eu construí-me contigo. Tu fazias parte de mim de uma maneira indelével e irrevogável. Portanto, no momento em que saíste da minha vida, levaste-me um bocadinho contigo. Se tu já não estás, eu não posso ser a mesma, nunca mais, porque aquilo que eu era, era-o contigo. Tudo o que eu era, eu era-o em parte graças a ti, porque nos construímos juntos durante aquele tempo todo. E agora que não estás, é quase como se eu risse, mas fosse obrigada a pensar baixinho: "Depois de ti, qual é o sentido de uma gargalhada?". É claro que as gargalhadas continuam a ter sentido, mas eu não sei bem qual, nem como, uma vez que era contigo, e não sem ti, que eu costumava gargalhar. Não é como se eu achasse que nunca vou entregar-me da mesma maneira a outra pessoa, porque eu sei que há-de aparecer a pessoa certa e essa questão nem vai ser colocada, porque não vai haver tempo para isso. Também não é como se eu achasse que não posso ser feliz sem ti, porque posso, e já sou. Mas é como quando desmontamos um rádio e depois voltamos a montá-lo e sobra uma peça que já não sabemos onde pertence, e também não importa porque o rádio funciona na mesma. Eu funciono na mesma, sem essa parte de mim que se perdeu, que não sei para onde foi, essa parte de mim que me deixava tão completa e me permitia sentir-me na minha pele.
E era isto que eu precisava de dizer.

terça-feira, 18 de maio de 2010

And yet again...

Passo os dias a pensar em como gostava de não pensar em ti. De não te querer, de não ter nada disto no coração. Mas no fundo eu gostava que pudéssemos fazer planos para hoje e para amanhã, para depois de amanhã e para o ano que vem. Gostava que nos encontrássemos naquele sítio com vista para o rio e que fôssemos ao café do costume. Que dividíssemos um gelado de cookies e de te espetar um bocado do gelado no nariz, depois de fingir que ia dar-to à boca. Depois tu vingavas-te e ríamos, a limpar o nariz um do outro com um guardanapo. Gostava que escolhêssemos outro sítio para passar férias este ano, ou que voltássemos àquele a que nunca chegámos a voltar. Gostava que não houvesse sombras de mais ninguém, de te atirar à cara a eternidade que em tempos prometemos um ao outro e de te sussurrar "eu amo-te" antes de adormecer. Gostava que déssemos as mãos e caminhássemos à beira-mar naquela praia, com o sol quase a pôr-se, de máquina fotográfica em punho, a repetir ensaios dos nossos sorrisos eternizados numa imagem. Gostava de poder enroscar-me nos teus braços, aninhar-me no teu peito, sentir os teus lábios na minha bochecha direita e desejar-te boa noite. E de dizer-te como antes "eu vou ser para sempre só tua". Mas já não sou.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Odeio-te todos os dias. Menos ontem. E amanhã. E depois...

Tu roubaste-me o coração. Roubaste-mo, e eu odeio-te por isso, todos os dias. Ou pelo menos nos momentos em que não te amo loucamente, perdidamente. Como eu te odeio... Como odeio cada momento que passámos juntos, cada vez que me apertaste a mão entrelaçando-me os dedos nos teus, cada vez que brincaste com uma madeixa do meu cabelo claro. Como te odeio. Vieste e nunca mais houve mais ninguém. Não há, não pode haver mais ninguém, porque tu ocupas os meus pensamentos dia e noite, noite e dia, ainda que eu não queira, ainda que eu não te queira. Odeio-te. A ti e ao teu sorriso fácil, aos teus lábios grossos e sempre tão macios e apetecíveis, à maneira como os teus olhos encontram os meus e os prendem, ao teu abraço quente, sempre, sempre tão quente. Odeio cada pedaço da tua voz e das noites em que encostavas o peito às minhas costas, enroscavas as pernas nas minhas, queixavas-te dos meus pés frios e adormecias, para me acordares horas depois com um beijo na bochecha, preguiçoso e arrastado. Odeio todas as gargalhadas que me arrancaste e todas as que te escutei, todas as vezes em que rimos de coisas que eram só nossas, os dois agarrados à barriga já a rir ao ponto de não conseguir emitir um som que fosse. Odeio ter tantas recordações e que elas sejam tão boas que se torna realmente difícil odiar-te.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Se eu repetir muitas vezes, pode tornar-se realidade.

Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti.Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti. Eu não preciso de ti.

A viagem apostólica de Sua Santidade o Papa Bento XVI

Ora bem. Vamos lá ver se eu consigo escrever sobre isto sem ferir susceptibilidades. Serei eu a única pessoa a achar ridículo este alarido todo à volta da visita do senhor? Sinceramente, eu percebo que ele venha cá, tudo bem, somos um país atrasado mas ao menos estamos abençoados pelo senhor (e um pouco mais tesos graças à sua visita, também). E percebo que as pessoas queiram vê-lo, eu também jurei a mim própria ir ver o Dalai Lama da próxima vez que este nobre ser humano vier cá. Mas é preciso tanta coisa? Era mesmo preciso ir buscar o senhor com helicópteros e aviões ou lá o que foi portugueses, era mesmo preciso gastar dinheiro nisso? Fazem ideia de quantos aviões o senhor tem a seu belo prazer? Era mesmo necessária tanta oferta de comida para o senhor se deliciar com a cozinha portuguesa? É que, da última vez que eu vi, a gula era um pecado. Quando alguém na rua pede para comer, viram a cara e fingem que não ouvem, mas quando o Papa vem cá vá de lhe fazer comidinhas daquelas boas para a diabetes e o colesterol, como se o senhor precisasse disso. Isto revolta-me, a sério que sim. Se o senhor viesse cá fazer alguma coisa pelo país, dar emprego aos desempregados, dar casa aos sem-abrigo, dar uma ajudinha na crise, sei lá, tudo muito bem. Mas não. Por isso, é mesmo preciso isto tudo? No Inverno há cheias porque as sargetas estão cheias de porcaria até cima, não há dinheiro para obras nos esgotos nem para desentupir as sargetas, mas o Papa vem cá, vamos lavar as ruas todas e tudo mais, não vá chover à séria e Sua Santidade molhar os pezinhos e constipar-se. Vamos podar as árvores, que um país sem árvores podadas não é merecedor da visita de Sua Santidade. E já agora, e porque não?, vamos oferecer-lhe não sei o quê bordado a ouro, mais um microfone xpto que se não tiver custado milhares ai jesus que se apaga a luz, vamos gastar milhares com isto porque nós nem estamos em crise há anos e realmente nem precisamos do dinheiro. Se não estivéssemos em crise, era o quê, uma passadeira de 500 fios egípcios, bordada a ouro por criancinhas órfãs do Cambodja e enfeitada com diamantes de 15 quilates? Pelamordedeus. E depois perguntam-me o que há de errado na religião. Há de errado isto, as pessoas cegam. Se a humildade é uma coisa tão bonita e tão intimamente ligada à religião católica (ou não fosse Jesus ter morrido pelos apóstolos ou pelos seguidores ou lá o que foi), então o Papa podia muito bem ter visto Lisboa como ela é, suja, com lixo nas ruas, com sargetas entupidas, com árvores por podar, com sem-abrigos a pedir em cada esquina - aposto que até esses desgraçados hoje foram expulsos das ruas. E já agora, eu fazia uma petição a Sua Santidade para dar um pedacinho da fortuna do Vaticano a Portugal, numa onda de altruísmo que lhe ficava tão bem e que nós só agradecíamos.
Ah, e não, eu não quero saber a que horas o Papa foi à casa-de-banho, nem o que comeu ao almoço, nem nada dessas coisas. Estou mesmo a ver a notícia de abertura da TVI amanhã: "Sua Santidade o Papa Bento XVI soltou um gás pelas 16h07m32s.".
E agora vou ali chicotear-me porque falhei a emissão em directo da chegada do Papa a Portugal. Shame on me.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Foda-se... já chega.

Eu gostava tanto de tirar-te de mim. E já tentei tantas vezes... Foram já tantas as vezes em que disse para mim mesma "Foda-se, já chega!", frase acompanhada de um gesto dramático, como enfiar a moldura que me deste na gaveta mais inútil do meu quarto, ou apagar aquela última mensagem que guardava há meses. Mas depois tu fazes qualquer coisa, um qualquer gesto simples, como olhar para os meus olhos daquela maneira, passar com os nós dos dedos no meu rosto, despedires-te de mim com um beijo na cara que me roça os lábios ou chamares-me aquele nosso nome. Coisas tão simples e que tu fazes sem pensar, e sem sonhares o efeito que têm em mim. Porque eu não te digo, é claro que não te digo. Há outra pessoa de volta, sabias? Bom, quase de volta. E, pela primeira vez desde que partiste, talvez eu até quisesse fazer isto resultar. Mesmo sabendo que ele não é como tu, mesmo sabendo que nunca será. E por isso, mais uma vez, dou comigo a pensar para mim mesma "Foda-se, já chega!" e a esconder o peluche que me deste há anos, aquele com um coração, sabes? E a rezar para que resulte. Para que seja mesmo esta a vez em que te tiro do peito, para que seja hoje o dia em que me sais do coração e dás lugar a outra pessoa. Tu estás no coração de outra pessoa. Outra pessoa está, pelo menos, nos teus dias. Não é justo que eu não consiga ter uma também. Pelo menos alguém que me preencha os dias para eu pensar menos em ti. Se for só isso até aparecer a pessoa certa, tudo bem. Mas deixa-me em paz. Porra... fica com os teus gestos simples e (in)significantes e deixa-me em paz.

domingo, 9 de maio de 2010

E agora...(rufo de tambores.....) As respostas!!

Pronto, até que não fui ignorada, fiquei contente. E, como prometido, cá vão as respostas:


June: eu tirei Psicologia, e estou desempregada. Por isso, se essa é uma das tuas opções... NÃO FAÇAS ISSO!!!!!
Gaja: a minha viagem de sonho já concretizada foi a Londres. Por concretizar é a Nova Iorque. E se puder sonhar muito, mas mesmo mesmo muito, podes juntar o Tibete e o Hawaii.
Se pudesse mudar algo em mim, fisicamente, seria provavelmente o nariz e talvez os lábios que são muito finos. Na minha maneira de ser acho que a única coisa que mudava seria a minha mania de pensar demais em tudo, o que resulta em autênticos filmes de terror por causa da antecipação das coisas e em muita contenção - gostava de ser um bocadinho mais impulsiva e de ser daquelas pessoas cheias de lata para responder aos outros. Mas não vivo obcecada com nada disto, eu gosto de mim :)
Se pudesse escolher outro país para viver, seria Inglaterra, mais precisamente Londres :) mas quando for a Nova Iorque digo-te se mudei de ideias ;)
Mysterious Girl: haha boa pergunta, eu visto-me quase sempre de forma casual, menos quando saio à noite. Ou seja, calcinha de ganga, ténis ou botas sem salto no Inverno, chinelinho ou sandália rasa no Verão, tops e casaquinhos de malha da Zara (ou dos chineses, o que for mais barato :P), ou vestidinho e leggins. Quanto ao curso já respondi, tirei Psicologia, e se conseguires arranjar-me emprego passas automaticamente a ser a minha pessoa preferida à face da Terra :P
Stefi: ora como já disse, teoricamente sou psicóloga, mas na realidade sou desempregada lol. Faço trabalhos para agências de organização de eventos para ganhar uns trocos. Acho que vou gostar de ser psicóloga quando exercer, mas duvido que seja a minha profissão de sonho. A minha profissão de sonho... provavelmente estaria ligada à escrita, gostava de ser escritora, ainda que isso em Portugal não chegue para pagar as contas :S e agora, se me é permitido sonhar, a minha profissão de sonho estaria ali entre aquelas pessoas que são pagas para viajar pelo Mundo e fazer programas de tv sobre isso, e aquelas pessoas que vivem em santuários de animais e tratam de tigres bebés e assim :D
Nas minhas tardes livres costumo estar com os meus amigos, no café ou ao ar livre se estiver bom tempo :)
Infelizmente, ainda não vivo sozinha, mas mal posso esperar!
Anónimo: isso está no meu perfil, quase um quarto de século :)
Eve: essa pessoa foi sem dúvida o meu ex-namorado, e foi completamente inesperado e muito melhor do que eu poderia ter imaginado... ;)
Diogo: boa pergunta. Gostava de viver na Ericeira por vários motivos. Porque é junto ao mar (apesar de não gostar muito das praias de lá), porque tem casinhas pequeninas e ruas estreitinhas e é giro, porque têm uma grande preocupação com o ambiente - por todo o lado há caixotes do lixo e ecopontos para tudo e mais alguma coisa (embalagens de iogurte, óleo e rolhas de cortiça incluídos) e os veículos que fazem a recolha dos ecopontos são movidos a biodiesel (feito com o óleo usado dos restaurantes da zona). Porque tem a gelataria Mar Azul que tem gelado de queijo, porque tem o restaurante vegetariano Gaivota (o melhor a que já fui), porque é um sítio calmo mas tem a cidade mesmo ali ao pé. Ah e porque as casas são baratas e muitas têm kitchenette e eu acho um piadão a isso. Chega?
Girl in Motion: a sério, a sério? Acho que foi o último. Já tinha havido outro a sério antes deste, mas este foi diferente de tudo. Mas não foi uma história de amor de fazer chorar as pedras da calçada, por isso não há muito a dizer... Já nos conhecíamos há uns anos, na altura houve interesse da parte dele mas depois eu voltei para o outro ex-namorado. Anos depois, voltámos a aproximar-nos mais quando eu acabei com o outro moço e voltei a sair com o meu grupo de amigos e pouco tempo depois, puff... fez-se o Chocapic :) acabou quatro anos depois porque mudámos os dois o suficiente para que deixasse de resultar...
Té: como já disse, Londres, e a ti nem preciso de explicar porquê ;) não sonhando tão alto, gostava de viver perto da praia, adorava poder acordar e ver o mar. Mas não me imagino longe do barulho e da confusão da cidade...
Considero que todos somos mais fortes do que pensamos. Já dei comigo a olhar para trás e a pensar "Eu passei mesmo por aquilo e estou aqui...? Fantástico. Venha a próxima!". Acho que todos temos força para tudo, nem que seja com ajuda.
Sem dúvida, eu acho que ninguém é feliz a tempo inteiro, porque todos temos dias menos bons. Mas acho que são as pequenas coisas que nos fazem felizes. As tardes com os amigos, as esplanadas com o solzinho a bater na cara, o pôr-do-sol, o barulho do mar, as flores na Primavera, a cor das folhas no Outono... tanta coisa :) Gestos que me tenham marcado? Oh... ocorre-me um gesto recente... recebi flores em casa com um cartão sem nome mas eu sei de quem foram... ah e a prenda que os meus amigos me deram nos anos... tudo gestos simples e pronto, foi giro :)
Mysterious Girl: essa é difícil de responder, porque depende de muita coisa... da minha disposição no momento em que qualquer coisa má acontece, de outras coisas que tenham acontecido, acho que até da altura do mês... :P mas suponho que a desilusão é das coisas que me fazem sentir-me pior.
Ora eu tornei-me vegetariana há alguns anos porque começou a fazer-me confusão saber o que os animais sofriam nos matadouros. Então, deixei de contribuir para esse sofrimento. Depois, tornou-se uma espécie de filosofia de vida, que implica o respeito por todos os animais. Eu realmente não me considero superior a nenhum animal só por ser racional, portanto não me acho no direito de comer nenhum animal, e muito menos quando não há necessidade disso. Acho que nunca me custou muito, apesar de adorar carne na altura. Hoje em dia não sinto falta rigorosamente nenhuma de comer carne e era incapaz de voltar a fazê-lo, só o cheiro faz-me torcer o nariz, blhec.
E pronto! Espero ter respondido bem a tudo e ter satisfeito a vossa curiosidade :P

quarta-feira, 5 de maio de 2010

É a vossa vez de perguntar!

Estou para aqui desinspirada e, mesmo correndo o risco de ninguém me responder porque vocês podem não querer saber nada sobre mim, lembrei-me disto: têm dois dias - dois dias inteirinhos!! - para perguntarem o que quiserem à Sofia. Mas o que quiserem, mesmo. Sem tabus. E eu juro que respondo. Agora por favor não me ignorem :(
Váááá!!! :)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Atenção: o post que se segue não é aconselhável a cardíacas.

Ai vieram ver na mesma? Depois digam que eu não avisei. Achei que era altura de animar a coisa. E lembrei-me disto. É que... homens giros e tal há muitos. Agora homens giros e tal e que me aceleram os batimentos cardíacos... nem tanto. Mas aqui ficam os exemplares. Ah... não precisam de agradecer, meninas :)





Wentworth Miller





Robert Pattinson






Gerard Butler





Paolo Nutini




Leonardo DiCaprio (eu sei que ele agora é cota mas aqui tinha uma pinta...)





Eric Dane (aiii...)




Chace Crawford




Channing Tatum




Bradley Cooper





Justin Chambers





Benjamin McKenzie (o meu número 1, confesso)




Vá, inspirem, expirem, contem até dez... calma, calma... ;)

domingo, 2 de maio de 2010

Gostava de ainda te saber de cor.

Gostava de ainda te saber de cor. De poder fechar os olhos e rever cada traço teu, cada gesto, cada olhar. Eu revejo-os, sim, mas agora já não é o mesmo. Não têm o mesmo encanto. Mesmo sem quereres, partiste-me o coração tantas vezes que os teus gestos perderam o encanto. Continuas a marcar-me, a ter o teu efeito sobre mim, mas não penso em ti com a leveza de antes. É impossível... Eu sei que também te parti o coração, eu sei. E desde aí tem sido como andar num carrossel imparável. Há dias em que o carrossel anda muito rápido e eu só quero fugir de ti, de nós, dos nossos dias, dos momentos, das palavras, dos toques, do teu olhar meigo e dos teus lábios suaves que me prendem sempre, sempre. E depois há dias em que o carrossel anda tão devagar que o Mundo em volta pára e somos só tu e eu outra vez. Ou eu gostava que fôssemos só tu e eu outra vez. Mas não somos, pois não? Nunca mais fomos só tu e eu, desde que te parti o coração e que tu desfizeste o meu, uma e outra vez. Parei agora para ler e a sensação que tenho é a de que escrevi isto tudo sem respirar. Porque tu deixas-me assim, sem saber bem como respirar, a respirar sem saber bem como viver, a viver sem saber bem como seguir sem ti. Nesses momentos, gostava de ainda te saber de cor como antes, com encanto, que nunca tivéssemos deixado que o nosso amor se tornasse tão complicado, que ainda fôssemos só tu e eu. Que o carrossel andasse e o Mundo parasse só para nós.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Something always brings me back to you...

"Something always brings me back to you.

It never takes too long.

No matter what I say or do

I'll still feel you here 'til the moment I'm gone.

You hold me without touch.

You keep me without chains.

I never wanted anything so much

than to drown in your love

and not feel your rain.

Set me free, leave me be.

I don't want to fall another moment into your gravity.

Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.

But you're on to me and all over me. (...)"

Eu sinto tanto a tua falta. E tu não voltas... Dói-me o coração.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Às vezes acho que não pode haver mais niguém. Que ninguém vai ser como tu, ninguém pode ser como tu. As pessoas entram e saem da minha vida e nenhuma fica. Eu comparo-as contigo, e nenhuma fica. Nesses momentos, acho que deixei o meu coração contigo, que me esqueci dele nas tuas mãos. Um dia destes, peço-to de volta. Gostava de voltar a tê-lo só para mim...

É só desde ontem que não choro por ti

É só desde ontem que não choro por ti. Eu sei, eu sei que disse que não voltava a acontecer... mas já desisti. De fugir das músicas, das fotografias, dos sítios que já não fazem grande sentido sem as nossas mãos dadas a passear por lá. Sim, desisti. Porque não percebo nada. Não percebo do que quero, e muito menos do que não quero. Do quanto te gosto... e do quanto te detesto. E tu não percebes nada. Nunca percebes nada, pois não? Eu já devia saber, os homens são sempre assim. Com a vossa mania de que tudo é simples... Não, não sei o que quero. Nem sei como posso saber. É só desde ontem que não choro por ti. E mesmo agora, a ouvir esta música, só queria ter-te aqui. Sabes o que faço todas as noites sem excepção, antes de me deitar? Vou à janela, olho para as estrelas, e depois fecho os olhos e desejo com muita força que estejas ali e me abraces. É claro que quando abro os olhos tu não estás lá... tu nunca estás lá. Já nem me lembro de como é o teu abraço, já nem consigo senti-lo. Por isso, abraço-me a mim própria, enquanto olho mais uma vez as estrelas e procuro por aquela que podia trazer-te para junto de mim. Lembras-te de quando me deste a Lua? Eu ainda não me esqueci.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

You got me all wrong.



Quero gritar. Às vezes, por vezes, ainda quero gritar-te que o fundo do meu coração ainda te ama. Que ainda te quer, ainda te sonha. Quero gritar-te. Que voltes, que sim, que depois de tudo é contigo que quero viver a paredes meias, como sempre sonhámos que seria. Que não me esqueço, passaram-se sete meses e eu não me esqueço, ainda tenho em mim cada traço de cada plano que desenhámos a dois. Quero prender-te. Para que não fujas, para que saiba que vais estar sempre ali, que depois de tudo não vou perder-te. Que vais continuar a ser o meu porto de abrigo. Quero largar-te a mão... Para que sejas feliz, e gritar-te que podes ser feliz sem mim, se for isso que o futuro te trouxer. Que queria amar-te, amar-te aquilo tudo ainda, mas que podes ir, e amar outra pessoa, mas uma que te ame também. Quero sentir-te, porque não sei deixar de sentir-te, de me atirar de cabeça para o meio dos teus braços, dos teus abraços, da tua voz envolvente que nunca me deixa duvidar. Quero gritar-te... que sejas feliz, que vás, mas que voltes, que voltes sempre, porque o fundo do meu coração ainda te ama e nunca deixará de amar-te, meu querido... Quero gritar-te, sim... que na verdade eu nunca te deixei ir, que nunca deixei de te trazer comigo, que sempre me aqueceste o coração... gritar-te... que ainda te trago em mim, que ainda te sinto em mim, que depois disto tudo este pedacinho de mim ainda te ama e só te quer de volta...

E quero muito deixar de me sentir assim.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Alguém me ajuda...?

Quero dar-vos música. Mas não consigo perceber como se faz isso. Só encontro as aplicações para os vídeos. Haverá por aí uma alminha caridosa que dê uma ajudinha? E expliquem-me como se eu fosse muito burra, porque nestas coisas sou mesmo e doutra maneira eu não percebo...

O que é a felicidade?

Furtado daqui. Ando numa de furtos, o que se há-de fazer?

(...)
Se algum dia……sentiram o corpo a levitar, a voar baixinho, como se conseguíssemos caminhar sobre a água, que no lugar dos sapatos sentem umas pantufas, que só conseguem apreciar beleza em tudo que observam, que o sorriso teima em nascer no rosto ao amanhecer e que só se deita com o pôr-do-sol, que apetece comprar flores só pelo prazer de olhar para elas, que o café até está bem tirado (e nos outros dias sabe sempre a água choca), que o vizinho até é um gajo simpático (mesmo que esteja a gritar com a mulher), que a sogra (para quem a tem) até é uma senhora querida, simpática e sempre pronta a ajudar, que os amuos da pessoa querida são mimos disfarçados, que os berros do chefe parecem a 5º sinfonia de beethoven, que a cara carrancuda da senhora da repartição de finanças é um cartão de visita, que o poio de m… que pisámos até nos vai dar sorte, que o semáforo nunca mais passa a verde porque até tem o direito de descansar no vermelho, que as contas ao fim do mês são postais de natal, que o despertador às 5,30 da manhã é o chilrear de um pássaro, que a multa do polícia foi um presente de anos, que os quilos a mais no espelho são um toque de classe, que o pneu furado não é mais que o nosso carro a pedir atenção, que a fila no supermercado não é mais que a vontade das pessoas confraternizarem, ……então sabem o que é a felicidade!
(...)

Achei fantástico. E eu sinto-me assim a maior parte dos dias. E é giro.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Eu não sei quem inventou o amor.




Eu não sei, não sei quem inventou o amor. Não sei quem disse que tem de ser tão intenso, tão profundo, tão forte e tão desconcertante. Eu não sei quem ditou que, depois deste tempo todo, eu ainda tenho de levantar os olhos para um céu estrelado e procurar o que restou de nós nas estrelas. Não sei, não sei quem inventou o amor. Quem decidiu que teria de ser tão sufocante, tão necessário, tão confuso e tão absurdo. E também não sei porque tive tantas certezas de já ter-te esquecido, e não sei para onde elas foram, essas certezas. Não sei por que motivo nem como achei que era possível já não te amar, já não nos sonhar, já não te querer, já não me apertares tanto o peito. Eu não sei, não sei quem decidiu que teria de ser assim, que só faria sentido com o amor, que o amor não faria sentido e que amar teria sempre de nos tirar os pés do chão, de nos deixar à beira do precipício, vulneráveis a qualquer empurrão da pessoa amada que nos dissesse "Adeus, já não te quero mais". Não sei quem achou que teria de ser assim, que nós não poderíamos simplesmente retirar do peito quem já nos retirou do seu, que não poderíamos optar por não perder lágrimas e por passar ao amor seguinte, esquecendo o anterior. Não sei quem decidiu que nós não poderíamos decidir. Que teríamos de esperar que passasse, de perder lágrimas e de desfiar soluços sob o luar, de implorar para voltar atrás e podermos apenas segurar a mão da pessoa que amávamos, de lhe pedir que fique, apenas que fique, porque juntos podemos fazer melhor. Não sei quem achou que o amor poderia ser eterno, que poderíamos amar alguém mesmo que essa pessoa já não nos amasse, mesmo que já não fizesse parte da nossa vida, não sei quem decidiu que seria assim, que quando amamos alguém a sério essa pessoa nunca mais nos deixa a alma. Não sei por que motivo não podemos amar alguém e ter espaço para outras pessoas na mesma, porque depois poderíamos amar uma delas também. Não é assim. Quando amamos alguém, como eu te amei (e tanto que te amei...), não há espaço para mais ninguém. Pode haver alguém que nos chame a atenção, podemos mesmo gostar de alguém. Mas quem amamos fica-nos sempre. Mesmo quando esquecemos, mesmo quando temos tantas certezas. Se ele volta, percebemos que, afinal, ainda amamos, ainda queremos, ainda sonhamos. Que não esquecemos. Que não vamos esquecer. Eu não sei, não sei quem inventou o amor.



Mas gostava de saber. E dava-lhe uma carga de porrada.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Coisas que me puxam o vómito

Porque preciso de me animar, e porque tinha prometido, cá está ela: a listinha de coisas que abomino num gajo. Sim, porque se há coisas que me fazem os joelhinhos tremer, também há coisas que me puxam o vómito.





1. O palitinho ao canto da boca.


2. Mau hálito.


3. Bigode (barba de 3 dias não incluída, atenção!).


4. Falta de dentes, dentes muito muito tortos ou, pior, dentes de ouro (argh).


5. Ser substancialmente mais baixo do que eu (ou seja, tudo o que tiver menos do que 1,65m, mais coisa menos coisa, é posto a andar).


6. Falta de originalidade ("Doeu-te muito? Quando caíste do céu, meu anjo..." e outras frases de engate que tais são dispensáveis).


7. Ter muitas "amigas" (sou ciumenta. Pois.).


8. Não saber sequer bater o pezinho na discoteca.


9. Ser convencido.


10. Não se rir das minhas piadas parvas, não perceber piadas e não dizer piadas.


11. Usar nomes como "fofinha" ou "docinho".


12. Ter brincos daqueles que parecem diamantes nas duas orelhas.


13. Sapatos de vela. Blargh. E se forem usados com calças "à amêijoa"... blargh a dobrar. Não, a triplicar.


14. Sotaque alentejano. Tirar o "i" do "lête" para o pôr no "caféi" tira o sex appeal a qualquer um.


15. Cabelo comprido (funciona com poucachinhos, muito poucachinhos) ou falta de cabelo.


16. Cabelo curto com um rabichinho atrás (como os putos espanhóis têm a mania que é fixe usar, sabem?).


17. As calças enfiadas para dentro das peúgas.


18. Meias brancas. Melhor ainda, meias brancas com raquetes.


19. Carros do chunning a bombar kizombas e kuduros e afins.


20. Camisas abertas demais ou decotes largos com pêlos do peito a quererem sair (e o fiozinho de ouro à mostra é a cereja em cima do bolo).


21. Não gosto de gajos com casaquinhos cor-de-rosa. Não gosto, pronto. E não me venham dizer que o cor-de-rosa está na moda. Tenho cá para mim que é por essas e por outras que já não há homens como antigamente, daqueles que cospem no chão e tudo.





E vocês, o que abominam num gajo?